O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, culpou as redes de tráfico e classificou a onda como "uma violação das fronteiras da Espanha" . A invasão teria sido desencadeada por uma decisão do Supremo Tribunal espanhol que proibia a devolução sumária de migrantes interceptados no mar — brecha explorada pelos traficantes .
Em 10 de agosto, Meloni e a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen emitiram um comunicado conjunto — postado simultaneamente nas redes sociais — rejeitando a "imigração descontrolada" e defendendo:
A declaração conjunta chamou atenção porque Meloni pertence à direita radical do Irmãos da Itália, enquanto Frederiksen lidera o centro-esquerdo do Partido Social-Democrata da Dinamarca — sinalizando um endurecimento transpartidário das políticas migratórias na UE .
A Dinamarca já mantinha controles temporários de fronteira desde 12 de julho de 2026, prorrogados até 11 de novembro de 2026, sob alegação de ameaças à ordem pública e à segurança interna . Em 12 de agosto, durante um debate de emergência no Folketing (parlamento dinamarquês) sobre a crise de Ceuta, Frederiksen advertiu: "Se os fluxos migratórios recomeçarem, fecharemos nossas fronteiras" — ou seja, um fechamento completo como último recurso . Ela também defendeu a permanência da Dinamarca no espaço Schengen, mas exigiu uma reforma ampla das regras migratórias da UE e seguiu em frente com planos para centros de retorno fora do bloco .
O Parlamento dinamarquês realizou um debate emergencial sobre Schengen em 12 de agosto, no qual parlamentares questionaram o ministro da Imigração sobre a segurança das fronteiras externas e revisaram a participação do país no acordo . Paralelamente, a Dinamarca acusou a Rússia de travar uma guerra híbrida, disseminando 2 mil artigos falsos e bots em redes sociais para amplificar o pânico em torno da travessia de Ceuta .
Os eventos de agosto de 2026 representam a crise mais aguda do espaço Schengen em anos. O eixo Meloni-Frederiksen pode redefinir a política de asilo da UE em direção a centros de processamento externos, mas as ações unilaterais de fronteira tanto da Itália quanto da Dinamarca mostram que a confiança na gestão coletiva da migração pela UE ruiu.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, culpou as redes de tráfico e classificou a onda como "uma violação das fronteiras da Espanha" . A invasão teria sido desencadeada por uma decisão do Supremo Tribunal espanhol que proibia a devolução sumária de migrantes interceptados no mar — brecha explorada pelos traficantes .
Em 10 de agosto, Meloni e a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen emitiram um comunicado conjunto — postado simultaneamente nas redes sociais — rejeitando a "imigração descontrolada" e defendendo:
A declaração conjunta chamou atenção porque Meloni pertence à direita radical do Irmãos da Itália, enquanto Frederiksen lidera o centro-esquerdo do Partido Social-Democrata da Dinamarca — sinalizando um endurecimento transpartidário das políticas migratórias na UE .
A Dinamarca já mantinha controles temporários de fronteira desde 12 de julho de 2026, prorrogados até 11 de novembro de 2026, sob alegação de ameaças à ordem pública e à segurança interna . Em 12 de agosto, durante um debate de emergência no Folketing (parlamento dinamarquês) sobre a crise de Ceuta, Frederiksen advertiu: "Se os fluxos migratórios recomeçarem, fecharemos nossas fronteiras" — ou seja, um fechamento completo como último recurso . Ela também defendeu a permanência da Dinamarca no espaço Schengen, mas exigiu uma reforma ampla das regras migratórias da UE e seguiu em frente com planos para centros de retorno fora do bloco .
O Parlamento dinamarquês realizou um debate emergencial sobre Schengen em 12 de agosto, no qual parlamentares questionaram o ministro da Imigração sobre a segurança das fronteiras externas e revisaram a participação do país no acordo . Paralelamente, a Dinamarca acusou a Rússia de travar uma guerra híbrida, disseminando 2 mil artigos falsos e bots em redes sociais para amplificar o pânico em torno da travessia de Ceuta .
Os eventos de agosto de 2026 representam a crise mais aguda do espaço Schengen em anos. O eixo Meloni-Frederiksen pode redefinir a política de asilo da UE em direção a centros de processamento externos, mas as ações unilaterais de fronteira tanto da Itália quanto da Dinamarca mostram que a confiança na gestão coletiva da migração pela UE ruiu.