Uma investigação do Wall Street Journal, citada por vários veículos, descobriu que a Rússia está usando detenções, ameaças e violência física para pressionar homens a assinar contratos militares, à medida que o recrutamento voluntário desacelera. Recrutadores foram flagrados agarrando homens nas ruas, em saídas de tribunais e locais de trabalho, usando de força para coagí-los ao serviço militar .
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan — um integrante da OTAN que se encontrou com Putin e outros altos funcionários russos — advertiu publicamente, no início de agosto de 2026, que a Rússia poderia recorrer a armas nucleares se as pressões no campo de batalha evoluírem para uma ameaça existencial . Em entrevista à agência de notícias estatal Anadolu, Fidan declarou:
"Quando uma guerra de atrito na frente de batalha se transforma em desgaste na retaguarda, a questão passa a ser se você continuará a existir como nação. Você usa o último recurso que tem à sua disposição."
Fidan advertiu especificamente que, se a guerra se espalhar da linha de frente para o interior da Rússia e atingir um nível de destruição que ameace a existência do Estado russo, Moscou pode ver o uso nuclear como sua opção final .
Autoridades ucranianas têm repetidamente alertado que a combinação da mobilização maciça russa com dezenas de milhares de tropas norte-coreanas sinaliza a intenção de Moscou de sustentar uma guerra de atrito, aumentando o risco de uma escalada rumo ao limiar nuclear .
Ressalva importante: A maior parte dos números sobre a mobilização e o envio de tropas norte-coreanas vem da inteligência ucraniana e de declarações de autoridades ucranianas. Eles não foram verificados de forma independente por fontes abertas ocidentais. O alerta nuclear é uma avaliação declarada pelo chanceler turco, baseada em suas conversas com oficiais russos, e não uma decisão política russa confirmada.