Vollering terminou a classificação geral final com mais de um minuto de vantagem sobre Niewiadoma-Phinney . A vantagem de oito segundos que ela tinha no início do dia se transformou em uma diferença confortável porque Vollering não só conquistou os bônus de tempo da vitória de etapa, mas também abriu uma vantagem decisiva na escalada. Niewiadoma-Phinney ficou com o segundo lugar na geral
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A suíça Marlen Reusser, que havia vestido a camisa amarela de líder no início da prova, após a etapa 4, sofreu uma queda no começo da etapa final e não conseguiu brigar pelas primeiras posições . Antes da queda, ela era uma forte candidata à classificação geral, tendo liderado a corrida por vários dias
. O acidente efetivamente acabou com suas chances de pódio.
Ao cruzar a linha de chegada em Nice, Vollering estava visivelmente emocionada. Ela tentou conter as lágrimas durante a cerimônia do pódio, descrevendo a vitória como um alívio emocional depois de uma semana tensa de corrida . Vencer o Tour pela segunda vez — e completar a dobradinha Giro–Tour — claramente significou muito para ela, coroando o que várias reportagens chamaram de temporada "dominante" e "histórica"
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