O Estreito de Ormuz foi efetivamente fechado a partir do final de fevereiro de 2026, após operações militares dos EUA e de Israel contra o Irã. O Irã retaliou assumindo o controle da via marítima por meio de ameaças e ataques reais à navegação comercial . Um cessar-fogo em 7 de abril de 2026 interrompeu os principais combates , mas o estreito permaneceu fechado ou fortemente contestado. O Irã declarou o fechamento repetidamente, mais recentemente em 11 de julho de 2026, após disparar um tiro de advertência e afirmar que qualquer embarcação não autorizada seria atingida .
Nenhum acordo final foi assinado, mas alguns marcos foram alcançados:
O plano emergente cria um sistema de duas pistas que dá ao Irã autoridade significativa sobre o tráfego de entrada:
As taxas são, sem dúvida, a questão mais polêmica. As três partes estão muito distantes:
| Parte | Estrutura de Taxas Proposta |
|---|---|
| Irã | 5% a 7% do valor da carga |
| Omã | Cerca de 3% do valor da carga |
| Estados Unidos | Zero — insiste em nenhuma taxa ou impedimento |
O Irã tornou a exclusão de navios americanos e israelenses uma exigência inegociável:
Os ataques à navegação comercial continuaram durante as negociações, prejudicando gravemente a confiança:
O acordo Irã-Omã está próximo no papel — as coordenadas da rota foram acertadas e uma declaração conjunta está sendo redigida — mas não foi assinado nem implementado. O acordo continua bloqueado por três controvérsias fundamentais: a exigência do Irã de taxas de 5% a 7% sobre a carga (contra os ~3% de Omã e a posição dos EUA de taxa zero), a exigência do Irã de banir totalmente navios dos EUA e de Israel e a falta de um compromisso dos EUA de encerrar seu bloqueio naval. Enquanto isso, a IRGC continuou atacando navios comerciais mesmo durante as negociações, e o estreito permanece efetivamente fechado ao tráfego comercial normal.