Meg O'Neill, CEO da BP, afirmou que é 'prudente' parar de classificar a empresa como uma 'supermajor', pedindo que investidores a avaliem por seus próprios méritos [1]. O lucro subjacente da BP no 2º trimestre de 2026 foi de US$ 5,7 bilhões, o maior desde 2022, impulsionado pela alta do petróleo devido ao conflito E...

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Em 4 de agosto de 2026, a CEO da BP, Meg O'Neill, declarou que é "prudente" parar de chamar a BP de supermajor — uma mudança significativa na forma como ela quer que os investidores enxerguem a companhia . Em vez de tentar competir com gigantes como ExxonMobil e Chevron, O'Neill argumentou que a BP deve ser avaliada em seus próprios termos, enquanto trabalha para reverter anos de baixo desempenho
.
A BP divulgou os resultados do segundo trimestre de 2026 em 4 de agosto de 2026:
O'Neill se tornou a quinta CEO da BP em 1º de abril de 2026 . Suas principais ações até agora:
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Meg O'Neill, CEO da BP, afirmou que é 'prudente' parar de classificar a empresa como uma 'supermajor', pedindo que investidores a avaliem por seus próprios méritos [1].
Meg O'Neill, CEO da BP, afirmou que é 'prudente' parar de classificar a empresa como uma 'supermajor', pedindo que investidores a avaliem por seus próprios méritos [1]. O lucro subjacente da BP no 2º trimestre de 2026 foi de US$ 5,7 bilhões, o maior desde 2022, impulsionado pela alta do petróleo devido ao conflito EUA Irã [2][4].
O lucro líquido mais que dobrou, para US$ 3,91 bilhões, com receita total subindo 47% para US$ 70 bilhões [10].