O acordo, anunciado em conjunto pela X Corp e pela WFA, trouxe as seguintes cláusulas principais :
O caso remonta à aquisição do Twitter por Musk por US$ 44 bilhões em outubro de 2022, após a qual muitas grandes marcas pausaram seus anúncios na plataforma devido a preocupações com a moderação de conteúdo e a segurança das marcas . Em agosto de 2024, a X Corp entrou com uma ação antitruste em um tribunal federal em Dallas, acusando a GARM (iniciativa da WFA) de coordenar um "boicote ilegal sistemático" que teria privado a X de bilhões de dólares em receita de anúncios .
Principais marcos da cronologia jurídica:
A receita de anúncios da X caiu drasticamente após a aquisição por Musk. O processo da plataforma alegou que os membros da GARM reteve coletivamente bilhões de dólares em gastos . Grandes anunciantes como Unilever, Mars, CVS e Orsted declararam publicamente que pausariam os anúncios na X, citando as políticas de conteúdo mais flexíveis da plataforma . No entanto, o acordo não incluiu qualquer compensação financeira relatada à X, ou seja, a empresa não recuperou nenhuma de suas supostas perdas de receita por meio deste litígio .
A resolução do caso tem várias implicações duradouras: