As negociações ocorrem em meio a um conflito militar sustentado. Os EUA vêm realizando ataques aéreos noturnos contra alvos militares iranianos. Até 22 de julho, os EUA haviam lançado ataques por 11 noites consecutivas, visando sistemas de defesa aérea iranianos, vigilância costeira e capacidades de mísseis .
Em 13 de julho, Trump reinstaurou um bloqueio naval à navegação iraniana e propôs a taxa de 20% para passagem segura, marcando uma reversão significativa da política anterior dos EUA de oposição a qualquer sistema de pedágio . O Comando Central dos EUA disse que os ataques são "projetados para continuar degradando a capacidade do Irã de ameaçar a navegação comercial"
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Trump ameaçou autorizar ataques contra infraestrutura civil iraniana – incluindo pontes e usinas de energia – se o Irã continuar alvejando embarcações no estreito . A situação envolveu o Reino Unido, com relatos indicando coordenação EUA-Reino Unido sobre potenciais ações militares, e nações europeias também considerando propostas que permitiriam taxas de navegação voluntárias sob endosso da ONU
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O Memorando de Entendimento (MoU) EUA-Irã, assinado em meados de junho, previa um período de negociação de 60 dias durante o qual o Irã concordou em renunciar às taxas . Esse período está avançado, e Trump alertou para a retomada dos ataques se nenhuma resolução diplomática for alcançada
. Em Ancara para uma cúpula da OTAN em 8 de julho, Trump sinalizou que considerava o MoU potencialmente nulo, dizendo que "não tinha certeza" se queria um acordo
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Os esforços para encontrar uma saída diplomática continuam apesar dos combates:
O embaixador do Irã em Moscou, Kazem Jalali, afirmou que o estreito "permanecerá aberto, ainda que com novas estipulações a serem definidas por autoridades iranianas e omanenses" .
A situação carrega sérios riscos de uma conflagração mais ampla: