Antes disso, em 27 de fevereiro de 2026, o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, já havia pedido uma moratória imediata da pena de morte no Irã após a primeira sentença de morte ligada aos protestos de janeiro . Ele repetiu o pedido diversas vezes, alertando que muitos outros enfrentavam a execução .
Até o final de julho de 2026, 10 homens permaneciam no corredor da morte sob risco iminente. Entre os réus nomeados estão :
Relatos de 27 de julho indicavam a construção de um novo cadafalso em Isfahan, alimentando o medo de que novas execuções fossem iminentes .
Os 12 casos da Praça Alikhani fazem parte de um padrão muito maior de execuções estatais:
Grupos de direitos humanos descreveram os julgamentos como "processos de pena de morte acelerados", conduzidos em violação flagrante dos padrões internacionais de devido processo legal .
O CDH realizou sua 39ª Sessão Especial e adotou a Resolução S-39/1 com 25 votos a favor, 7 contra e 13 abstenções . A resolução:
O texto da resolução (A/HRC/RES/S-39/1) está arquivado na ONU .
O Irã rejeitou a resolução, classificando-a como politicamente motivada e ilegítima .