A resposta do Kremlin foi negativa. Peskov declarou que congelar a guerra era impossível e que a Rússia continuaria sua chamada “operação militar especial” até alcançar seus objetivos. Ele também afirmou que não havia perspectivas reais de negociações de paz nesses termos . Veículos de imprensa russos divulgaram a mesma posição, resumida na frase de que um congelamento do conflito seria impossível .
Donald Trump e Volodymyr Zelenskyy estavam programados para se reunir na Casa Branca, em Washington, na terça-feira, 29 de julho. A data foi confirmada pela Casa Branca em 24 de julho .
Antes do encontro, Moscou adotou uma postura de espera e procurou reduzir as expectativas de um acordo. Peskov disse que a Rússia não havia visto nenhuma proposta de paz concreta, ao mesmo tempo que reiterou que o país continuava aberto a negociações — desde que elas levassem em conta os objetivos russos na guerra .
As declarações do fim de julho seguem uma linha que já vinha aparecendo nas semanas anteriores:
O quadro até 28 de julho é consistente: o Kremlin trata o suposto plano de cessar-fogo aéreo com cautela, rejeita um congelamento do conflito proposto pelo Cazaquistão e afirma não ter recebido uma nova proposta séria ou detalhada. Ao mesmo tempo, Moscou mantém a declaração de que aceita conversar, mas sem sinalizar disposição pública para abrir mão de seus objetivos centrais.
Fontes citadas: Reuters ; BBC ; TASS ; Kyiv Post ; outras fontes identificadas nas referências .