A Bain Capital vendeu 100% de sua participação na Kioxia, fabricante japonesa de chips de memória NAND. O lucro total estimado da gestora com o negócio foi de US$ 15 bilhões (cerca de ¥ 2,5 trilhões), um dos maiores retornos da história do private equity no setor de tecnologia [4][7][9].

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A Bain Capital confirmou em 8 de julho de 2026 que havia vendido toda a sua participação na Kioxia Holdings Corp. "Não tenho mais uma única ação", afirmou o sócio-gerente da Bain, David Gross, em entrevista à Bloomberg Television . A saída foi um processo gradual que durou cerca de oito meses:
A saída rendeu à Bain um lucro estimado de US$ 15 bilhões (cerca de ¥ 2,5 trilhões) sobre um investimento que começou com a aquisição do negócio de memória da Toshiba em 2018. O negócio é considerado um dos mais lucrativos da história do private equity em tecnologia .
Após a saída da Bain, a estrutura de propriedade da Kioxia foi significativamente alterada. Veja as participações mais recentes reportadas:
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A Bain Capital vendeu 100% de sua participação na Kioxia, fabricante japonesa de chips de memória NAND.
A Bain Capital vendeu 100% de sua participação na Kioxia, fabricante japonesa de chips de memória NAND. O lucro total estimado da gestora com o negócio foi de US$ 15 bilhões (cerca de ¥ 2,5 trilhões), um dos maiores retornos da história do private equity no setor de tecnologia [4][7][9].
A saída foi gradual: começou com uma venda de US$ 2,1 bilhões em novembro de 2025 e seguiu com reduções até o zeramento completo em julho de 2026 [2][3][5][11][13].