O Congresso americano tem se mostrado profundamente dividido ao longo do conflito, com uma série de votações fracassadas e simbólicas. Veja a cronologia das principais votações:
O conflito está cada vez mais caro. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, testemunhou perante o Comitê de Apropriações do Senado em 21 de julho de 2026 que a guerra já havia custado US$ 37,5 bilhões até aquela data, acima da estimativa anterior de US$ 29 bilhões em maio . O valor inclui gastos desde o início do conflito até projeções que se estendem até o início de setembro
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O governo também busca mais fundos. Hegseth e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general John Caine, pediram um financiamento suplementar de emergência de US$ 67,1 bilhões para dar continuidade às operações . Um pedido anterior da Casa Branca, de 25 de junho, citava US$ 87,6 bilhões no total para 'necessidades urgentes', sendo a maior parte para custos da guerra no Irã
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O número de baixas não para de crescer. Até 22 de julho de 2026, múltiplas fontes reportavam:
A guerra eclodiu em 28 de fevereiro de 2026, quando os EUA e Israel lançaram ataques aéreos que mataram várias autoridades iranianas, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, enquanto as negociações entre EUA e Irã ainda estavam em andamento .
Conclusão: As fontes disponíveis confirmam de forma robusta os custos, as baixas, a divisão no Congresso e a ameaça de 'ataque massivo' de Trump. O status das negociações — incluindo o MOU fracassado de junho e os detalhes específicos sobre o programa nuclear e as sanções — é apenas parcialmente coberto e se beneficiaria de pesquisas adicionais e direcionadas.