A Missão de Apuração de Fatos (FFM) da ONU, estabelecida em 2022, alertou repetidamente sobre julgamentos sumários e a ampliação do uso da pena de morte . Em março de 2026, a FFM advertiu que os manifestantes detidos enfrentavam "procedimentos de pena de morte acelerados"
. Em julho, a Missão pediu a suspensão da execução de 10 homens de Isfahan, após a execução de dois outros no mesmo caso
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Afshin Albandi, ex-campeão de boxe, morreu em 18 de julho de 2026 na prisão de Isfahan após ter acesso a cuidados médicos negado . A organização Hengaw for Human Rights classificou a morte como resultado de negligência médica em meio a condições sanitárias precárias na prisão
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O rapper iraniano Mahnam Navab Safavi, de 22 anos, foi condenado à morte em 23 de julho de 2026 pela 5ª Vara do Tribunal Revolucionário de Isfahan . As acusações incluem "destruição de propriedade pública", "propaganda contra o sistema" e "incentivo à matança de pessoas"
. Segundo relatos, ele passou cerca de 45 dias em confinamento solitário
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Em 19 de julho de 2026, os manifestantes Erfan Esfandiari, de 19 anos, e Gol-Mohammad Mohammadi, de 24 anos, foram executados em Isfahan . Eles foram condenados por "incêndio criminoso de propriedade pública" e pela suposta participação na morte de quatro membros da milícia Basij
. Eles eram dois dos 12 réus no caso conhecido como "Praça Ali-Khani de Isfahan"
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A comunidade internacional reagiu com forte condenação. Em maio de 2026, mais de 300 especialistas jurídicos, defensores dos direitos humanos e ganhadores do Nobel emitiram uma carta conjunta ao Secretário-Geral da ONU pedindo ação urgente . A Anistia Internacional e a ONU denunciaram a "escala impressionante" das execuções
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Não foram encontradas evidências suficientes para confirmar um "Acordo de Cessar-Fogo de Islamabad" ou seu colapso no contexto das greves dos EUA e do aumento de baixas militares. O contexto da guerra Irã-EUA-Israel é mencionado em várias fontes, mas nenhum documento específico com esse nome foi encontrado.