Atenção: Estas são alegações iranianas. Não há confirmação independente ou do exército dos EUA sobre os danos reivindicados. Ondas anteriores da Operação Nasr 2 também teriam alvejado instalações dos EUA na base jordaniana de Al-Azraq e em locais no Kuwait, Bahrein e Catar .
Autoridades jordanianas negaram veementemente os relatos de que o aeroporto ou o porto de Aqaba teriam sido evacuados, contradizendo diretamente um alerta anterior da Embaixada dos EUA.
As versões conflitantes — o alerta da embaixada dos EUA sobre uma evacuação versus a negação categórica da Jordânia — permanecem sem resolução nos relatos públicos.
A Operação Nasr 2 é a campanha de retaliação multifásica do Irã contra alvos militares dos EUA no Oriente Médio, iniciada depois que os EUA e Israel começaram a atacar o território iraniano em 28 de fevereiro de 2026 . Em meados de julho de 2026, o IRGC realizava múltiplas ondas de ataques por dia — incluindo alegações de ataques a bases no Kuwait, Bahrein, Jordânia, Catar e Síria . Os EUA, por sua vez, continuam atacando alvos militares iranianos, inclusive após uma rodada em 18 de julho, na qual ataques iranianos mataram pelo menos dois militares americanos .
Estreito de Ormuz — Em 16 de julho, apenas três navios de carga cruzaram o estreito, o menor número de travessias diárias desde maio, já que a maioria das embarcações parou ou inverteu a rota após ataques iranianos a navios e o reinício de um bloqueio dos EUA ao transporte marítimo relacionado ao Irã . O Irã havia fechado o estreito no início do conflito, fazendo os preços globais de combustíveis dispararem e causando grave interrupção nas exportações de petróleo e gás do Golfo . O tráfego pela via navegável tem sido volátil desde então .
Impacto nos países do Golfo — As nações árabes do Golfo foram pegas no fogo cruzado. Muitas pressionaram os EUA por uma resposta mais decisiva para neutralizar a ameaça do Irã à vital artéria do petróleo , enquanto simultaneamente enfrentavam ataques diretos de mísseis e drones iranianos a bases americanas em seus territórios no Kuwait, Bahrein e outros países . A Fundação Carnegie observou que a crise interrompeu as cadeias de suprimentos até o Norte da África . Alguns estados do Golfo começaram a se reajustar para uma postura mais conciliatória com o Irã, à medida que o custo da guerra aumenta .