O tratamento é permitido pelas regras contábeis padrão (GAAP/IFRS) para arrendamentos operacionais (operating leases) e entidades de propósito específico (SPEs) ou joint ventures. As estruturas comuns incluem:
A Meta garantiu cerca de US$ 60 bilhões em capital para a construção de data centers, e aproximadamente metade desse valor — ou US$ 30 bilhões — foi estruturada para ficar completamente fora de seu balanço . A Meta apresenta cerca de US$ 28,8 bilhões em dívida no balanço
.
A Oracle é a mais alavancada das cinco: sua dívida atual no balanço é de aproximadamente US$ 105 bilhões, e ela divulgou compromissos de arrendamento fora do balanço de cerca de US$ 20 bilhões . O fluxo de caixa livre da Oracle se tornou negativo
.
A agência de classificação de risco Moody's Ratings descobriu, separadamente, que as cinco grandes hyperscalers assinaram, mas ainda não reconheceram no balanço, arrendamentos de data centers totalizando aproximadamente US$ 662 bilhões, o equivalente a 113% de sua dívida ajustada combinada . O volume real dessa "dívida fantasma" pode ser significativamente maior
. Isso está alinhado com o número mais amplo de US$ 1,65 trilhão do Nikkei, que inclui não apenas arrendamentos, mas também compromissos de compra de chips e outras infraestruturas.
Observadores do mercado e analistas sinalizaram múltiplos riscos:
As hyperscalers argumentam que a construção da infraestrutura de IA é um investimento necessário de longo prazo. Suas principais defesas incluem: