Juiz federal americano negou pedido de liminar e permitiu que a Meta demita 26 funcionários que a processam por discriminação com uso de IA. As demissões fazem parte de um corte de 8 mil vagas (10% do quadro) anunciado em maio de 2026.

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A seguir, os fatos verificados com base em múltiplos relatos de notícias de 14 a 17 de julho de 2026.
Em 17 de julho de 2026, o juiz federal William Orrick, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, em Oakland, negou o pedido de medida cautelar dos funcionários, permitindo que a Meta prossiga com as demissões a partir de 22 de julho . O processo está registrado sob o número 4:26-cv-07122
. As alegações de discriminação agora seguirão para arbitragem privada.
A ação foi protocolada em 14 de julho de 2026 por 26 funcionários anônimos, atuais e ex-funcionários da Meta, como parte da rodada de demissões de maio de 2026, que afetou cerca de 8 mil trabalhadores (aproximadamente 10% do quadro de funcionários) . As acusações centrais são:
O processo alega violações da Lei de Licença Médica e Familiar (FMLA), da Lei de Direitos da Família da Califórnia e de leis contra discriminação por deficiência .
O juiz Orrick reconheceu que os danos sofridos pelos autores eram "obviamente reais", mas concluiu que não atendiam ao padrão legal de "dano irreparável" necessário para justificar uma liminar de emergência . Ele decidiu que o mérito das alegações legais inéditas deve ser julgado em arbitragem privada, e não por meio de uma ordem judicial que suspendesse as demissões
. O juiz também sinalizou que poderia abrir uma exceção para quatro funcionários estrangeiros com vistos de trabalho temporários, que podem enfrentar deportação se perderem o emprego
.
A Meta nega as alegações, mantendo que as decisões de emprego foram tomadas por gerentes humanos, e não apenas por IA. Um porta-voz da empresa afirmou que a Meta cumpre todas as leis trabalhistas e que as seleções para demissão foram justas . A Meta também argumentou no tribunal que as reivindicações dos funcionários estavam sujeitas a acordos de arbitragem obrigatória
.
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Juiz federal americano negou pedido de liminar e permitiu que a Meta demita 26 funcionários que a processam por discriminação com uso de IA.
Juiz federal americano negou pedido de liminar e permitiu que a Meta demita 26 funcionários que a processam por discriminação com uso de IA. As demissões fazem parte de um corte de 8 mil vagas (10% do quadro) anunciado em maio de 2026.
Os funcionários alegam que a Meta usou ferramentas como 'Metamate' e monitoramento de teclado para selecionar alvos, ignorando licenças médicas e parentais.