Witoff declarou que a meta da empresa é escalar a produção coletiva de seus agentes de IA para o equivalente a 100 mil desenvolvedores em tempo integral até 2030 . Atualmente, o trabalho conjunto desses agentes já equivale a aproximadamente 1.200 funcionários
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Em 5 de maio de 2026, a Coinbase anunciou o corte de aproximadamente 700 empregos, ou 14% de sua força de trabalho global, como parte de uma reestruturação para se tornar uma empresa "enxuta, rápida e nativa de IA" . Os cortes eliminaram "gestores puros" e introduziram "equipes de uma pessoa", onde um único engenheiro, apoiado por agentes de IA, cuida da engenharia, design e gerenciamento de produto
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A Coinbase informou que espera incorrer em custos de reestruturação de US$ 50 a 60 milhões, quase todos em verbas rescisórias e custos relacionados a funcionários . As demissões foram concluídas substancialmente até o final do segundo trimestre de 2026
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O índice de 95% alimenta um debate intenso sobre se o código assistido por IA nesta escala é um verdadeiro salto de produtividade ou um risco de qualidade e segurança. Críticos classificam a aceleração rápida como um "sinal de alerta", argumentando que grandes volumes de código gerado por IA podem introduzir bugs sutis, vulnerabilidades de segurança e lógica "alucinada" que revisores humanos têm dificuldade em capturar em escala . Os defensores — incluindo a própria Coinbase — enquadram a mudança como uma transformação competitiva necessária: a empresa está se posicionando como a infraestrutura de pagamentos para a futura "economia de agentes", onde agentes de IA autônomos executam negociações, pagamentos e contratos sem intervenção humana
. A questão mais ampla é se outras grandes empresas financeiras e de tecnologia seguirão o exemplo da Coinbase ou se o escrutínio regulatório e as preocupações com a qualidade do código desacelerarão a tendência.