Segundo altos funcionários dos EUA, autoridades iranianas disseram em particular a conselheiros do presidente Trump que "cometeram um erro" ao atirar em navios comerciais no Estreito de Ormuz . Teerã teria atribuído os ataques a uma facção linha-dura "desgarrada" que agiu sem aprovação e tentou prejudicar as negociações
. O Irã comunicou que quer continuar dialogando apesar dos ataques
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Em 7 de julho de 2026, o Departamento do Tesouro revogou formalmente a Licença Geral X1 — a autorização que permitia a venda de petróleo bruto, produtos petroquímicos e derivados de petróleo iranianos — depois que o Irã atacou três petroleiros comerciais no estreito . Um funcionário dos EUA classificou os ataques como "totalmente inaceitáveis"
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Separadamente, em maio de 2026, o Departamento de Estado dos EUA sancionou várias casas de câmbio iranianas, pessoas associadas, empresas de fachada e 19 embarcações como parte da campanha "Fúria Econômica" contra as redes de evasão de sanções do Irã e o financiamento de atividades desestabilizadoras . Registros do OFAC também mostram uma Licença Geral Y autorizando a liquidação de transações envolvendo a Smart Global Limited, ligada a redes de financiamento associadas ao líder supremo
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Em 17 e 18 de junho de 2026, Trump e o presidente iraniano Masoud Pezeshkian assinaram um memorando de entendimento para encerrar a guerra EUA-Irã, suspender o bloqueio dos EUA e reabrir o Estreito de Ormuz . O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, mediou o acordo, com o Catar também facilitando conversas paralelas
. Pelo MoU, as negociações substantivas sobre o programa nuclear do Irã foram adiadas até que o alívio de sanções e a reabertura do estreito ocorressem
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O MoU está sob forte pressão. Ambos os lados ameaçaram em 8 de julho cancelar o acordo após os ataques a petroleiros e os ataques dos EUA . O tráfego pelo estreito permanece em aproximadamente um terço a um quinto dos níveis anteriores à guerra
. Os EUA também revogaram a isenção de petróleo em 7 de julho, reimpondo a pressão econômica máxima. Se a diplomacia ruir, analistas alertam para um retorno ao conflito aberto, já que o Irã vê seu controle sobre o estreito como sua principal moeda de troca e os EUA exigem o trânsito global de petróleo sem entraves
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