Chip 'Iris' da Meta começa a ser fabricado em setembro de 2026: entenda a estratégia da gigante para dominar a IA
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs. A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs.
A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
A Meta quer atingir 14 GW de poder computacional total em 2027, mais que o dobro da capacidade atual.
A Broadcom é a parceira de design e a TSMC fabricará os chips; a parceria com a Broadcom foi estendida até 2029.
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Prompt de IA
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openai.com
A Meta está acelerando sua estratégia de chips próprios para inteligência artificial com o lançamento do processador 'Iris', como parte de um plano ambicioso que prevê dobrar sua capacidade computacional e reduzir a dependência de fornecedores externos. Confira os detalhes abaixo.
1. O que é o chip 'Iris' da Meta?
'Iris' é o codinome interno do mais novo chip de IA para data centers da Meta, pertencente à família MTIA (Meta Training and Inference Accelerator). Ele foi projetado para inferência — ou seja, para executar modelos de IA já treinados — e não para o treinamento do zero. O chip faz parte de um roadmap de quatro gerações (MTIA 300, 400, 450, 500) que a Meta vem desenvolvendo para diminuir a dependência de fornecedores externos de GPUs .
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Qual é a resposta curta para "Chip 'Iris' da Meta começa a ser fabricado em setembro de 2026: entenda a estratégia da gigante para dominar a IA"?
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs. A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
O que devo fazer a seguir na prática?
A Meta quer atingir 14 GW de poder computacional total em 2027, mais que o dobro da capacidade atual.
Chip 'Iris' da Meta começa a ser fabricado em setembro de 2026: entenda a estratégia da gigante para dominar a IA
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs. A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs.
A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
A Meta quer atingir 14 GW de poder computacional total em 2027, mais que o dobro da capacidade atual.
A Broadcom é a parceira de design e a TSMC fabricará os chips; a parceria com a Broadcom foi estendida até 2029.
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A Meta está acelerando sua estratégia de chips próprios para inteligência artificial com o lançamento do processador 'Iris', como parte de um plano ambicioso que prevê dobrar sua capacidade computacional e reduzir a dependência de fornecedores externos. Confira os detalhes abaixo.
1. O que é o chip 'Iris' da Meta?
'Iris' é o codinome interno do mais novo chip de IA para data centers da Meta, pertencente à família MTIA (Meta Training and Inference Accelerator). Ele foi projetado para inferência — ou seja, para executar modelos de IA já treinados — e não para o treinamento do zero. O chip faz parte de um roadmap de quatro gerações (MTIA 300, 400, 450, 500) que a Meta vem desenvolvendo para diminuir a dependência de fornecedores externos de GPUs .
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A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
A Meta inicia a fabricação do chip de IA 'Iris' (MTIA 400) em setembro de 2026, após concluir testes de bugs. A empresa planeja lançar novos chips a cada seis meses, com quatro gerações (MTIA 300 a 500) previstas até 2027.
O que devo fazer a seguir na prática?
A Meta quer atingir 14 GW de poder computacional total em 2027, mais que o dobro da capacidade atual.
A Meta planeja iniciar a fabricação do chip Iris em setembro de 2026, de acordo com um memorando interno revisado pela Reuters. O documento observa que os testes de bugs foram concluídos, liberando o caminho para a produção .
3. Com que frequência a Meta planeja lançar novos chips?
A Meta está adotando intervalos de lançamento de aproximadamente seis meses para suas gerações de chips MTIA. O roadmap prevê quatro famílias de chips sucessivas ao longo de 2026 e 2027:
MTIA 300 — Já implantado e operacional para sistemas de recomendação e ranqueamento .
MTIA 400 (Iris) — Programado para lançamento ainda em 2026 .
MTIA 450 e MTIA 500 — Programados para 2027, ambos especificamente projetados para inferência de IA .
A Meta afirma ter "acelerado o desenvolvimento do MTIA" ao longo dessas quatro gerações sucessivas em aproximadamente dois anos .
4. Quais são as metas de capacidade computacional da Meta para 2026 e 2027?
Meta para 2026 (memorando interno): Implantar 7 gigawatts (GW) de infraestrutura de computação este ano e atingir 14 GW de poder computacional total no ano seguinte (2027) .
Modelo do Morgan Stanley: A Meta deve adicionar cerca de 2 GW de capacidade de TI própria e operada em 2026 e 3,5 GW em 2027, partindo de uma base de cerca de 3 GW no final de 2025 .
Meta pública anterior: A Meta tinha como meta mais de 10 GW de capacidade total até o final de 2026.
O número de 14 GW para 2027, vindo do memorando interno, é a meta mais recente e agressiva .
5. Quem são os parceiros da Meta no design e fabricação do Iris?
Broadcom — Co-desenvolvedora e parceira de design para os chips MTIA da Meta. Um acordo expandido, anunciado em 14 de abril de 2026, estende a parceria até 2029, cobrindo design de chips, empacotamento avançado e múltiplas gerações de chips. O compromisso inicial cobre capacidade de computação superior a 1 GW, com expansão para vários GW planejada .
TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Co.) — A fabricante que produzirá o chip Iris .
6. Como o Iris se relaciona com as compras existentes de GPUs da Nvidia e AMD?
O Iris é projetado para cargas de trabalho de inferência, não de treinamento. A Meta continua comprando GPUs da Nvidia (por exemplo, famílias H100/H200 e a próxima geração Blackwell) e GPUs da AMD para cargas de trabalho de treinamento de IA, onde o poder de computação paralelo bruto é crítico. Os chips MTIA próprios são destinados a suplementar — e não substituir imediatamente — essas compras de GPUs, lidando com a carga massiva e crescente de inferência (ranqueamento, recomendações, servir modelos de IA) a um custo menor e com maior eficiência . A estratégia da Meta é diversificar sua base de silício, não cortar completamente os fornecedores de GPU.
7. O que é a nova iniciativa de nuvem 'Meta Compute'?
'Meta Compute' é uma iniciativa dividida em duas partes:
Divisão de infraestrutura interna — Anunciada em 12 de janeiro de 2026, a Meta Compute é uma nova divisão co-liderada por Santosh Janardhan (chefe de infraestrutura global da Meta) e Daniel Gross. Ela gerencia a rede global de data centers da Meta e constrói clusters de IA em escala de gigawatts .
Negócio de nuvem comercial — Relatado pela primeira vez pela Bloomberg em 1º de julho de 2026, a Meta está desenvolvendo planos para vender capacidade de computação de IA excedente para clientes externos, oferecendo acesso a modelos de IA hospedados e poder de computação GPU bruto. Isso colocaria a Meta em concorrência direta com AWS, Microsoft Azure, Google Cloud e também com provedores 'neocloud' como a CoreWeave .
Os planos ainda estão em desenvolvimento e a estratégia não foi finalizada .
8. Como esse movimento de nuvem afeta as ações da Meta e concorrentes como a CoreWeave?
Ações da Meta: A notícia foi recebida positivamente. As ações da Meta subiram quase 9% em 1º de julho de 2026, o dia em que os planos de nuvem foram confirmados . O movimento sinaliza aos investidores que a Meta tem um caminho para monetizar seus enormes gastos com infraestrutura de IA, em vez de deixá-la ociosa .
CoreWeave e concorrentes neocloud: O movimento de nuvem é uma ameaça direta a empresas como a CoreWeave, que vendem capacidade de computação de IA bruta. A Bloomberg informou que a Meta pode "copiar o modelo de negócios da CoreWeave" . No entanto, alguns analistas (incluindo a SemiAnalysis) argumentam que os medos de a Meta quebrar o mercado neocloud são 'errôneos' — a escala da própria demanda interna da Meta significa que a capacidade excedente para venda pode ser limitada, e o mercado de computação de IA está crescendo tão rápido que novos participantes podem coexistir .
9. Quais são as projeções de gastos de capital (capex) da Meta para 2026?
A orientação de gastos de capital (capex) da Meta para 2026 foi atualizada:
Período
Faixa de Capex
Fonte
Orientação do balanço do 1º trimestre de 2026
US$ 115 bilhões – US$ 135 bilhões
Orientação atualizada em 1º de julho de 2026
US$ 125 bilhões – US$ 145 bilhões
O aumento de US$ 115–135 bilhões para US$ 125–145 bilhões reflete 'expectativas de preços mais altos de componentes este ano e, em menor grau, custos adicionais de data center para apoiar o crescimento futuro' . Para efeito de comparação, a Meta gastou aproximadamente US$ 72,2 bilhões em capex em 2025 . A empresa de pesquisa SemiAnalysis projeta que o capex da Meta em 2027 será 'surpreendentemente grande' — ainda maior que o de 2026 — à medida que a capacidade contratada de data center continua a entrar em operação .
A Meta planeja iniciar a fabricação do chip Iris em setembro de 2026, de acordo com um memorando interno revisado pela Reuters. O documento observa que os testes de bugs foram concluídos, liberando o caminho para a produção .
3. Com que frequência a Meta planeja lançar novos chips?
A Meta está adotando intervalos de lançamento de aproximadamente seis meses para suas gerações de chips MTIA. O roadmap prevê quatro famílias de chips sucessivas ao longo de 2026 e 2027:
MTIA 300 — Já implantado e operacional para sistemas de recomendação e ranqueamento .
MTIA 400 (Iris) — Programado para lançamento ainda em 2026 .
MTIA 450 e MTIA 500 — Programados para 2027, ambos especificamente projetados para inferência de IA .
A Meta afirma ter "acelerado o desenvolvimento do MTIA" ao longo dessas quatro gerações sucessivas em aproximadamente dois anos .
4. Quais são as metas de capacidade computacional da Meta para 2026 e 2027?
Meta para 2026 (memorando interno): Implantar 7 gigawatts (GW) de infraestrutura de computação este ano e atingir 14 GW de poder computacional total no ano seguinte (2027) .
Modelo do Morgan Stanley: A Meta deve adicionar cerca de 2 GW de capacidade de TI própria e operada em 2026 e 3,5 GW em 2027, partindo de uma base de cerca de 3 GW no final de 2025 .
Meta pública anterior: A Meta tinha como meta mais de 10 GW de capacidade total até o final de 2026.
O número de 14 GW para 2027, vindo do memorando interno, é a meta mais recente e agressiva .
5. Quem são os parceiros da Meta no design e fabricação do Iris?
Broadcom — Co-desenvolvedora e parceira de design para os chips MTIA da Meta. Um acordo expandido, anunciado em 14 de abril de 2026, estende a parceria até 2029, cobrindo design de chips, empacotamento avançado e múltiplas gerações de chips. O compromisso inicial cobre capacidade de computação superior a 1 GW, com expansão para vários GW planejada .
TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Co.) — A fabricante que produzirá o chip Iris .
6. Como o Iris se relaciona com as compras existentes de GPUs da Nvidia e AMD?
O Iris é projetado para cargas de trabalho de inferência, não de treinamento. A Meta continua comprando GPUs da Nvidia (por exemplo, famílias H100/H200 e a próxima geração Blackwell) e GPUs da AMD para cargas de trabalho de treinamento de IA, onde o poder de computação paralelo bruto é crítico. Os chips MTIA próprios são destinados a suplementar — e não substituir imediatamente — essas compras de GPUs, lidando com a carga massiva e crescente de inferência (ranqueamento, recomendações, servir modelos de IA) a um custo menor e com maior eficiência . A estratégia da Meta é diversificar sua base de silício, não cortar completamente os fornecedores de GPU.
7. O que é a nova iniciativa de nuvem 'Meta Compute'?
'Meta Compute' é uma iniciativa dividida em duas partes:
Divisão de infraestrutura interna — Anunciada em 12 de janeiro de 2026, a Meta Compute é uma nova divisão co-liderada por Santosh Janardhan (chefe de infraestrutura global da Meta) e Daniel Gross. Ela gerencia a rede global de data centers da Meta e constrói clusters de IA em escala de gigawatts .
Negócio de nuvem comercial — Relatado pela primeira vez pela Bloomberg em 1º de julho de 2026, a Meta está desenvolvendo planos para vender capacidade de computação de IA excedente para clientes externos, oferecendo acesso a modelos de IA hospedados e poder de computação GPU bruto. Isso colocaria a Meta em concorrência direta com AWS, Microsoft Azure, Google Cloud e também com provedores 'neocloud' como a CoreWeave .
Os planos ainda estão em desenvolvimento e a estratégia não foi finalizada .
8. Como esse movimento de nuvem afeta as ações da Meta e concorrentes como a CoreWeave?
Ações da Meta: A notícia foi recebida positivamente. As ações da Meta subiram quase 9% em 1º de julho de 2026, o dia em que os planos de nuvem foram confirmados . O movimento sinaliza aos investidores que a Meta tem um caminho para monetizar seus enormes gastos com infraestrutura de IA, em vez de deixá-la ociosa .
CoreWeave e concorrentes neocloud: O movimento de nuvem é uma ameaça direta a empresas como a CoreWeave, que vendem capacidade de computação de IA bruta. A Bloomberg informou que a Meta pode "copiar o modelo de negócios da CoreWeave" . No entanto, alguns analistas (incluindo a SemiAnalysis) argumentam que os medos de a Meta quebrar o mercado neocloud são 'errôneos' — a escala da própria demanda interna da Meta significa que a capacidade excedente para venda pode ser limitada, e o mercado de computação de IA está crescendo tão rápido que novos participantes podem coexistir .
9. Quais são as projeções de gastos de capital (capex) da Meta para 2026?
A orientação de gastos de capital (capex) da Meta para 2026 foi atualizada:
Período
Faixa de Capex
Fonte
Orientação do balanço do 1º trimestre de 2026
US$ 115 bilhões – US$ 135 bilhões
Orientação atualizada em 1º de julho de 2026
US$ 125 bilhões – US$ 145 bilhões
O aumento de US$ 115–135 bilhões para US$ 125–145 bilhões reflete 'expectativas de preços mais altos de componentes este ano e, em menor grau, custos adicionais de data center para apoiar o crescimento futuro' . Para efeito de comparação, a Meta gastou aproximadamente US$ 72,2 bilhões em capex em 2025 . A empresa de pesquisa SemiAnalysis projeta que o capex da Meta em 2027 será 'surpreendentemente grande' — ainda maior que o de 2026 — à medida que a capacidade contratada de data center continua a entrar em operação .