Vance diz que ofensiva russa na Ucrânia está 'perto de zero'; relatórios de guerra confirmam o cenário
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'. Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou...
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'.
Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou o menor avanço mensal desde o início da guerra — apenas 40,64 km².
A Al Jazeera reportou em 3 de julho que o avanço russo 'colapsou' e que cerca de 40 mil soldados russos foram mortos só em junho de 2026.
O general ucraniano Oleksandr Syrskyi afirmou que um avanço russo sobre Kiev é improvável e que as perdas russas superam sua capacidade de recrutamento.
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Veja a seguir uma análise completa das declarações do vice-presidente JD Vance em julho de 2026, dos dados que as embasam e do contexto que as cerca.
As declarações de Vance na entrevista de julho de 2026
Em entrevista ao The Sunday Times, publicada em 5 de julho de 2026, o vice-presidente JD Vance afirmou que as operações ofensivas da Rússia na Ucrânia estão "quase sem resultado no campo de batalha" e que sua capacidade ofensiva está "perto de zero". Segundo Vance, o exército russo chegou a um ponto em que seus ataques geram retornos cada vez menores, enquanto a estratégia defensiva da Ucrânia cria as condições necessárias para acabar com a guerra .
Principais declarações atribuídas a Vance na entrevista:
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Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'. Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou o menor avanço mensal desde o início da guerra — apenas 40,64 km².
O que devo fazer a seguir na prática?
A Al Jazeera reportou em 3 de julho que o avanço russo 'colapsou' e que cerca de 40 mil soldados russos foram mortos só em junho de 2026.
Vance diz que ofensiva russa na Ucrânia está 'perto de zero'; relatórios de guerra confirmam o cenário
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'. Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou...
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'.
Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou o menor avanço mensal desde o início da guerra — apenas 40,64 km².
A Al Jazeera reportou em 3 de julho que o avanço russo 'colapsou' e que cerca de 40 mil soldados russos foram mortos só em junho de 2026.
O general ucraniano Oleksandr Syrskyi afirmou que um avanço russo sobre Kiev é improvável e que as perdas russas superam sua capacidade de recrutamento.
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As declarações de Vance na entrevista de julho de 2026
Em entrevista ao The Sunday Times, publicada em 5 de julho de 2026, o vice-presidente JD Vance afirmou que as operações ofensivas da Rússia na Ucrânia estão "quase sem resultado no campo de batalha" e que sua capacidade ofensiva está "perto de zero". Segundo Vance, o exército russo chegou a um ponto em que seus ataques geram retornos cada vez menores, enquanto a estratégia defensiva da Ucrânia cria as condições necessárias para acabar com a guerra .
Principais declarações atribuídas a Vance na entrevista:
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Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 5 de julho de 2026, o vice presidente JD Vance disse ao The Sunday Times que as operações ofensivas da Rússia estão 'quase sem resultado' e que sua capacidade ofensiva está 'perto de zero'. Dados do ISW mostram que em 2026 a Rússia conquistou apenas 573 km² (ante 2.190 km² em todo 2025), e maio de 2026 registrou o menor avanço mensal desde o início da guerra — apenas 40,64 km².
O que devo fazer a seguir na prática?
A Al Jazeera reportou em 3 de julho que o avanço russo 'colapsou' e que cerca de 40 mil soldados russos foram mortos só em junho de 2026.
As operações ofensivas russas estão "quase sem resultado no campo de batalha" .
A capacidade ofensiva russa está "muito próxima de zero" .
Os sucessos defensivos da Ucrânia ajudam a "criar as condições para encerrar a guerra" .
Ressalva importante: A transcrição completa da entrevista ao The Times ainda não foi publicada em veículos internacionais de língua inglesa. As citações foram extraídas de agências ucranianas (Ukrainska Pravda e RBC Ucrânia) que reproduziram o relato da European Pravda. O teor, porém, é consistente entre todas as fontes.
A entrevista foi publicada apenas três dias após o maior ataque aéreo russo contra Kiev em 2026, o que ressalta uma contradição aparente: mesmo com a ofensiva terrestre estagnada, a Rússia mantém capacidade significativa de bombardeio de longo alcance.
Dados do Institute for the Study of War (ISW) confirmam a estagnação
As avaliações do ISW, baseadas em informações geoespaciais de código aberto, reforçam fortemente a tese de Vance de que os avanços terrestres russos estão em colapso:
Os ganhos territoriais russos em 2026 despencaram. Em todo 2025, a Rússia conquistou 2.190 km². Em 2026, conquistou apenas 573 km² — e boa parte disso foi em janeiro. Para efeito de comparação, só nas duas últimas semanas de julho de 2025 a Rússia havia conquistado 620 km² .
Maio de 2026 foi o pior mês da guerra para a Rússia. O ISW registrou que as forças russas ocuparam ou infiltraram apenas 40,64 km² — uma fração do conquistado em maio de 2025 . Fontes ucranianas afirmaram que a Ucrânia liberou mais território do que a Rússia conquistou naquele mês .
Abril de 2026 foi um mês de perda líquida para a Rússia — a primeira vez que isso ocorreu desde a incursão ucraniana em Kursk, em agosto de 2024 .
A taxa de avanço cai sistematicamente desde novembro de 2025, e a vantagem ucraniana no uso de drones é um dos principais fatores para essa desaceleração .
O ISW afirmou que já não está claro se a Rússia terá capacidade de tomar a cidade de Donetsk diante do ritmo cada vez mais lento de seus avanços .
Al Jazeera: 'O avanço russo na Ucrânia colapsou'
Em 3 de julho de 2026, a Al Jazeera publicou uma reportagem detalhada com a manchete "O avanço russo na Ucrânia colapsa; '40 mil' soldados mortos em junho". Principais conclusões:
Com base em dados do ISW, a Al Jazeera reportou que os ganhos territoriais mensais da Rússia caíram de 2.190 km² em todo 2025 (com pico de 620 km² só nas duas últimas semanas de julho) para apenas 573 km² em todo o ano de 2026 até aquela data .
A emissora informou que as forças russas sofreram aproximadamente 40 mil mortos apenas em junho de 2026, com baixas totais (mortos e feridos) no mês estimadas em cerca de 80 mil .
O colapso dos ganhos territoriais ocorreu mesmo com a Rússia lançando dezenas de milhares de soldados em táticas de "assalto de carne" ("meat assault"), com perdas superando a capacidade de reposição .
Em 12 de junho de 2026, a Al Jazeera já havia noticiado que a Ucrânia "recuperou mais território do que perdeu em maio" — indicando uma virada na tendência de ganhos mensais russos .
O ataque a Kiev em 2 de julho — a contradição aparente
Apenas três dias antes da publicação da entrevista de Vance, a Rússia lançou um dos maiores ataques aéreos contra Kiev desde o começo da invasão:
Ao menos 30 mortos e dezenas de feridos nas primeiras horas de 2 de julho, quando a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis sobre a capital .
Cerca de 130 edifícios foram danificados em toda a cidade .
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy condenou os ataques como direcionados a infraestrutura civil .
O Kremlin classificou o ataque como uma "retaliação maciça" e afirmou que Putin havia recebido informações de seu alto comandante militar, Valery Gerasimov, sobre os resultados .
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia "continuará aumentando a pressão" sobre a Ucrânia após o ataque .
Por que isso é relevante para a tese de Vance: O ataque demonstra que a Rússia ainda tem capacidade significativa de bombardeio de longo alcance contra infraestrutura civil e centros urbanos — mesmo que sua ofensiva terrestre esteja em colapso. A declaração de Vance sobre "capacidade ofensiva próxima de zero" se aplica à guerra de manobra e aos ganhos territoriais, não à capacidade de infligir baixas civis em massa por meio de bombardeios aéreos. As duas realidades podem coexistir.
Avaliação do principal comandante militar da Ucrânia
O general Oleksandr Syrskyi, comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, concedeu entrevista exibida em 30 de junho de 2026 (TV TSN ucraniana, repercutida pela Reuters), que se alinha à avaliação de Vance:
Syrskyi afirmou que as forças ucranianas estavam se preparando para uma possível nova ofensiva russa vinda do norte, mas avaliou que qualquer tentativa de avanço sobre Kiev era improvável.
Ele observou que os planos estratégicos da Rússia para 2026 permaneciam inalterados, mas que as defesas ucranianas estavam resistindo .
Em avaliação anterior (março de 2026), Syrskyi reportou que uma grande ofensiva russa de quatro dias entre 17 e 20 de março "fracassou com perdas catastróficas", com dezenas de milhares de soldados lançados em "assaltos de carne" que não renderam nada .
Ainda no início de 2026, Syrskyi disse ao Le Monde que as perdas do exército russo já superavam sua capacidade de recrutamento, tornando as operações ofensivas insustentáveis .
Contexto militar, político e de ajuda ocidental
Contexto militar: A vantagem ucraniana no uso de drones é um fator decisivo para a estagnação russa. O ISW avaliou que essa vantagem contribui para travar os avanços russos e viabiliza contra-ataques ucranianos recentes . A Ucrânia ampliou significativamente sua produção nacional de drones e suas capacidades de ataque de médio alcance.
Contexto político: As declarações de Vance ocorrem no âmbito do governo Trump, que tem adotado uma estratégia dupla de oferecer alívio de sanções e ameaças militares para pressionar Putin a aceitar um acordo negociado . Em declarações anteriores (2025), Vance já havia advertido que a Rússia precisava "acordar e aceitar a realidade" e dito que a Rússia havia feito "concessões significativas" nas negociações . A entrevista ao The Times representa uma avaliação notavelmente otimista da posição ucraniana vinda de uma autoridade americana de alto escalão.
Contexto de ajuda ocidental: Os EUA avaliam o pedido da Ucrânia por mísseis de longo alcance Tomahawk. Aliados europeus têm aumentado o fornecimento de ajuda militar. No entanto, o fluxo de ajuda americana tem sido tema de debate político em Washington. A avaliação positiva de Vance sobre a posição defensiva ucraniana pode ser interpretada de duas formas: como um argumento de que a ajuda ocidental contínua está produzindo resultados — ou como uma preparação para um acordo negociado, ao afirmar que a Rússia não pode vencer no campo de batalha.
Tensão central: O ataque de 2 de julho complica a narrativa política. Enquanto Vance afirma que a capacidade ofensiva russa está perto de zero em solo ucraniano, a Rússia ainda pode lançar ataques aéreos devastadores. O Kremlin enquadrou o ataque como "retaliação" e prometeu "continuar aumentando a pressão" , sinalizando que não compartilha da avaliação de Vance sobre sua própria capacidade.
understandingwar.orgRussian Offensive Campaign Assessment, June 23, 2026 | ISW
As operações ofensivas russas estão "quase sem resultado no campo de batalha" .
A capacidade ofensiva russa está "muito próxima de zero" .
Os sucessos defensivos da Ucrânia ajudam a "criar as condições para encerrar a guerra" .
Ressalva importante: A transcrição completa da entrevista ao The Times ainda não foi publicada em veículos internacionais de língua inglesa. As citações foram extraídas de agências ucranianas (Ukrainska Pravda e RBC Ucrânia) que reproduziram o relato da European Pravda. O teor, porém, é consistente entre todas as fontes.
A entrevista foi publicada apenas três dias após o maior ataque aéreo russo contra Kiev em 2026, o que ressalta uma contradição aparente: mesmo com a ofensiva terrestre estagnada, a Rússia mantém capacidade significativa de bombardeio de longo alcance.
Dados do Institute for the Study of War (ISW) confirmam a estagnação
As avaliações do ISW, baseadas em informações geoespaciais de código aberto, reforçam fortemente a tese de Vance de que os avanços terrestres russos estão em colapso:
Os ganhos territoriais russos em 2026 despencaram. Em todo 2025, a Rússia conquistou 2.190 km². Em 2026, conquistou apenas 573 km² — e boa parte disso foi em janeiro. Para efeito de comparação, só nas duas últimas semanas de julho de 2025 a Rússia havia conquistado 620 km² .
Maio de 2026 foi o pior mês da guerra para a Rússia. O ISW registrou que as forças russas ocuparam ou infiltraram apenas 40,64 km² — uma fração do conquistado em maio de 2025 . Fontes ucranianas afirmaram que a Ucrânia liberou mais território do que a Rússia conquistou naquele mês .
Abril de 2026 foi um mês de perda líquida para a Rússia — a primeira vez que isso ocorreu desde a incursão ucraniana em Kursk, em agosto de 2024 .
A taxa de avanço cai sistematicamente desde novembro de 2025, e a vantagem ucraniana no uso de drones é um dos principais fatores para essa desaceleração .
O ISW afirmou que já não está claro se a Rússia terá capacidade de tomar a cidade de Donetsk diante do ritmo cada vez mais lento de seus avanços .
Al Jazeera: 'O avanço russo na Ucrânia colapsou'
Em 3 de julho de 2026, a Al Jazeera publicou uma reportagem detalhada com a manchete "O avanço russo na Ucrânia colapsa; '40 mil' soldados mortos em junho". Principais conclusões:
Com base em dados do ISW, a Al Jazeera reportou que os ganhos territoriais mensais da Rússia caíram de 2.190 km² em todo 2025 (com pico de 620 km² só nas duas últimas semanas de julho) para apenas 573 km² em todo o ano de 2026 até aquela data .
A emissora informou que as forças russas sofreram aproximadamente 40 mil mortos apenas em junho de 2026, com baixas totais (mortos e feridos) no mês estimadas em cerca de 80 mil .
O colapso dos ganhos territoriais ocorreu mesmo com a Rússia lançando dezenas de milhares de soldados em táticas de "assalto de carne" ("meat assault"), com perdas superando a capacidade de reposição .
Em 12 de junho de 2026, a Al Jazeera já havia noticiado que a Ucrânia "recuperou mais território do que perdeu em maio" — indicando uma virada na tendência de ganhos mensais russos .
O ataque a Kiev em 2 de julho — a contradição aparente
Apenas três dias antes da publicação da entrevista de Vance, a Rússia lançou um dos maiores ataques aéreos contra Kiev desde o começo da invasão:
Ao menos 30 mortos e dezenas de feridos nas primeiras horas de 2 de julho, quando a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis sobre a capital .
Cerca de 130 edifícios foram danificados em toda a cidade .
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy condenou os ataques como direcionados a infraestrutura civil .
O Kremlin classificou o ataque como uma "retaliação maciça" e afirmou que Putin havia recebido informações de seu alto comandante militar, Valery Gerasimov, sobre os resultados .
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia "continuará aumentando a pressão" sobre a Ucrânia após o ataque .
Por que isso é relevante para a tese de Vance: O ataque demonstra que a Rússia ainda tem capacidade significativa de bombardeio de longo alcance contra infraestrutura civil e centros urbanos — mesmo que sua ofensiva terrestre esteja em colapso. A declaração de Vance sobre "capacidade ofensiva próxima de zero" se aplica à guerra de manobra e aos ganhos territoriais, não à capacidade de infligir baixas civis em massa por meio de bombardeios aéreos. As duas realidades podem coexistir.
Avaliação do principal comandante militar da Ucrânia
O general Oleksandr Syrskyi, comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, concedeu entrevista exibida em 30 de junho de 2026 (TV TSN ucraniana, repercutida pela Reuters), que se alinha à avaliação de Vance:
Syrskyi afirmou que as forças ucranianas estavam se preparando para uma possível nova ofensiva russa vinda do norte, mas avaliou que qualquer tentativa de avanço sobre Kiev era improvável.
Ele observou que os planos estratégicos da Rússia para 2026 permaneciam inalterados, mas que as defesas ucranianas estavam resistindo .
Em avaliação anterior (março de 2026), Syrskyi reportou que uma grande ofensiva russa de quatro dias entre 17 e 20 de março "fracassou com perdas catastróficas", com dezenas de milhares de soldados lançados em "assaltos de carne" que não renderam nada .
Ainda no início de 2026, Syrskyi disse ao Le Monde que as perdas do exército russo já superavam sua capacidade de recrutamento, tornando as operações ofensivas insustentáveis .
Contexto militar, político e de ajuda ocidental
Contexto militar: A vantagem ucraniana no uso de drones é um fator decisivo para a estagnação russa. O ISW avaliou que essa vantagem contribui para travar os avanços russos e viabiliza contra-ataques ucranianos recentes . A Ucrânia ampliou significativamente sua produção nacional de drones e suas capacidades de ataque de médio alcance.
Contexto político: As declarações de Vance ocorrem no âmbito do governo Trump, que tem adotado uma estratégia dupla de oferecer alívio de sanções e ameaças militares para pressionar Putin a aceitar um acordo negociado . Em declarações anteriores (2025), Vance já havia advertido que a Rússia precisava "acordar e aceitar a realidade" e dito que a Rússia havia feito "concessões significativas" nas negociações . A entrevista ao The Times representa uma avaliação notavelmente otimista da posição ucraniana vinda de uma autoridade americana de alto escalão.
Contexto de ajuda ocidental: Os EUA avaliam o pedido da Ucrânia por mísseis de longo alcance Tomahawk. Aliados europeus têm aumentado o fornecimento de ajuda militar. No entanto, o fluxo de ajuda americana tem sido tema de debate político em Washington. A avaliação positiva de Vance sobre a posição defensiva ucraniana pode ser interpretada de duas formas: como um argumento de que a ajuda ocidental contínua está produzindo resultados — ou como uma preparação para um acordo negociado, ao afirmar que a Rússia não pode vencer no campo de batalha.
Tensão central: O ataque de 2 de julho complica a narrativa política. Enquanto Vance afirma que a capacidade ofensiva russa está perto de zero em solo ucraniano, a Rússia ainda pode lançar ataques aéreos devastadores. O Kremlin enquadrou o ataque como "retaliação" e prometeu "continuar aumentando a pressão" , sinalizando que não compartilha da avaliação de Vance sobre sua própria capacidade.
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