Pesquisadores do KAIST mediram, pela primeira vez, o consumo energético de agentes de IA: cada consulta gasta em média 348,41 watt hora (Wh), ante apenas 2,55 Wh de um chatbot generativo tradicional — uma diferença de... O estudo mostra que, em tarefas com múltiplas etapas, os GPUs ficam ociosos até 54,5% do tempo d...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: Search & fact-check with cited sources for What did the KAIST study find about the energy consumption of AI agents compared to traditional c. Article summary: Here is what the KAIST study (led by Professor Yoo Min-soo of the School of Electrical and Electronic Engineering) found, based on reports released on July 5, 2026. This is described as the world's first systematic quant. Topic tags: general, academic, general web, education, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, water
Um estudo inédito do KAIST (Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia, na sigla em inglês) revela que os chamados agentes de IA — programas autônomos capazes de planejar e executar tarefas complexas por conta própria — consomem uma quantidade drasticamente maior de energia do que os chatbots conversacionais tradicionais. Os resultados, divulgados em 5 de julho de 2026 pela equipe liderada pelo professor Yoo Min-soo, quantificam essa diferença entre 136 e 137 vezes por consulta, levantando questões urgentes sobre a futura demanda de energia e as emissões dos data centers HCME. Entenda o que a pesquisa descobriu e por que isso importa.
Para chegar a esses números, a equipe do KAIST analisou o consumo de recursos de agentes de IA já existentes no mercado. A disparidade encontrada foi enorme. Ao utilizar um modelo de linguagem de grande escala (LLM, na sigla em inglês) com 70 bilhões de parâmetros — a escala dos serviços comerciais mais potentes da atualidade —, um agente de IA consumiu, em média, 348,41 watt-hora (Wh) por consulta. Para efeito de comparação, um chatbot generativo tradicional, executando uma simples pergunta e resposta, consumiu apenas 2,55 Wh. Isso representa um múltiplo de aproximadamente 136,5 a 136,6 vezes HMNE. Alguns relatórios em inglês arredondam esse número para 137 vezes C.
Diferentemente de um chatbot, que responde a uma pergunta em uma única etapa, um agente de IA opera de forma muito mais complexa. Ele planeja, busca informações, executa cálculos, escreve e roda códigos, e itera através de múltiplas etapas para completar uma tarefa. Cada uma dessas etapas exige uma nova chamada ao modelo de linguagem (LLM). A pesquisa revelou que, em média, os agentes fazem 9,2 vezes mais chamadas ao LLM do que um chatbot tradicional HC. Em alguns casos, essa frequência pode chegar a 71 chamadas por tarefa M.
Isso não só aumenta o consumo de energia, mas também dispara o tempo de resposta. O estudo descobriu que o tempo para o agente concluir uma tarefa pode ser até 153,7 vezes maior do que o de um chatbot MBMP.
Um dos achados mais reveladores do estudo é a ineficiência no uso do hardware. Como os agentes precisam usar ferramentas externas e esperar por respostas em cada etapa do seu raciocínio, as GPUs (unidades de processamento gráfico, essenciais para a IA) ficam paradas, sem realizar nenhum cálculo, por um período significativo. A pesquisa mostrou que esse tempo ocioso das GPUs pode chegar a 54,5% do tempo total de execução de uma tarefa HM. Na prática, isso significa que mais da metade do tempo em que um hardware caro e potente está ligado, ele não está produzindo nada, apenas consumindo energia.
A equipe do KAIST também projetou o impacto em larga escala. Considerando um cenário hipotético em que 13,7 bilhões de requisições a agentes de IA sejam feitas por dia (número equivalente às buscas diárias no Google), a demanda de energia dos data centers necessários para processá-las seria de aproximadamente 198,9 gigawatts (GW) N.
Para dar uma dimensão do que isso significa: esse número é comparável a cerca de metade de todo o consumo de eletricidade dos Estados Unidos N. Ele supera em muito a escala dos projetos de data centers de IA que atualmente estão sendo planejados em todo o mundo, que são da ordem de alguns GW N.
Os pesquisadores alertam que, se os agentes de IA se tornarem amplamente populares sem ganhos significativos de eficiência energética, a pressão sobre a infraestrutura elétrica global será imensa, com sérias implicações para as metas climáticas e os custos de energia B.
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Pesquisadores do KAIST mediram, pela primeira vez, o consumo energético de agentes de IA: cada consulta gasta em média 348,41 watt hora (Wh), ante apenas 2,55 Wh de um chatbot generativo tradicional — uma diferença de...
Pesquisadores do KAIST mediram, pela primeira vez, o consumo energético de agentes de IA: cada consulta gasta em média 348,41 watt hora (Wh), ante apenas 2,55 Wh de um chatbot generativo tradicional — uma diferença de... O estudo mostra que, em tarefas com múltiplas etapas, os GPUs ficam ociosos até 54,5% do tempo de execução, revelando uma ineficiência profunda no uso do hardware atual [4][9].
Em um cenário futuro com 13,7 bilhões de requisições diárias a agentes de IA, a demanda de energia dos data centers poderia chegar a 198,9 GW — equivalente a cerca de metade do consumo total de eletricidade dos Estado...