O caso da Apple não é isolado. Uma onda de ações judiciais semelhantes está em andamento nos EUA, todas questionando se as big techs violaram o DMCA ao usar vídeos do YouTube para treinar IA .
As fontes mostram um padrão: as empresas de tecnologia estão usando uma defesa coordenada, argumentando que conteúdo disponível publicamente em streaming não é 'protegido' contra violação de acesso, mesmo que o YouTube tenha mecanismos que dificultem o download em massa .
Este conjunto de processos é um teste decisivo para o futuro do treinamento de IA. Se os tribunais aceitarem o argumento da Apple e da Snap, será muito mais difícil usar o DMCA contra empresas de IA que treinam seus modelos com vídeos públicos da internet . Por outro lado, se os tribunais aceitarem a tese dos criadores, isso pode estabelecer que empresas de IA não podem simplesmente raspar e usar todo o conteúdo público disponível na web sem consequências legais
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