Na primeira reunião de Warsh como presidente do Fed, em junho, o FOMC votou por 12 a 0 pela manutenção da taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano . O comitê também lançou uma ampla revisão dos seus instrumentos de política monetária, criando novas forças-tarefa para inflação, comunicação e inteligência artificial .
Impacto nos mercados: O dólar se manteve estável perto das máximas de 13 meses, enquanto os mercados reprecificavam as expectativas de juros altos por mais tempo . Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA subiram sob pressão da postura linha-dura do Fed . A inflação medida pelo índice de preços de gastos com consumo (PCE) é projetada em 3,6% para 2026, bem acima da meta de 2% .
O iene japonês enfraqueceu além de 162 por dólar, atingindo uma nova mínima de 40 anos de 162,84 na virada de 1º para 2 de julho . Esse é o nível mais fraco do iene contra o dólar desde 1986 . A queda tem sido implacável: o iene era negociado perto de 160,80 em meados de junho, caiu para 161,81 em 19 de junho, rompeu a barreira de 162 em 30 de junho e continuou caindo .
Traders estão em alerta máximo para uma intervenção das autoridades japonesas, com a liquidez reduzida antes do feriado de 4 de julho nos EUA vista como uma janela potencial para Tóquio agir . O Ministério das Finanças do Japão já interveio antes para apoiar a moeda, mas esses esforços não conseguiram estancar a desvalorização . O iene acumula queda de aproximadamente 13% frente ao dólar nos últimos 12 meses .
Os preços do petróleo caíram mais de 1% em 1º de julho, para o menor nível desde março, com o Brent sendo negociado a US$ 71,57 por barril (queda de 1,89%) e o West Texas Intermediate (WTI) a US$ 68,58 . O presidente Trump afirmou que as negociações entre EUA e Irã no Catar "estão indo bem", aliviando os temores de interrupção no fornecimento .
A queda vem se acumulando há semanas. O petróleo Brent despencou cerca de 21% apenas em junho — a maior queda mensal desde março de 2020 . Um acordo de paz provisório entre EUA e Irã, assinado em meados de junho, reabriu o Estreito de Ormuz e sinalizou um possível alívio de sanções, permitindo maiores exportações de petróleo iraniano . Os EUA concederam uma isenção de 60 dias permitindo certas exportações de petróleo bruto e combustível do Irã, citando "discussões construtivas" na Suíça .
No entanto, o cenário ainda é incerto. Troca de mísseis no fim de semana entre as partes manteve a situação frágil, e sinais diplomáticos mistos de Teerã impediram uma liquidação completa . O Brent permaneceu perto de US$ 71 por barril em 2 de julho, com o mercado precificando uma recuperação da oferta, mas sensível a qualquer reversão nas negociações .
As bolsas asiáticas começaram o novo trimestre em ritmo cauteloso em 1º de julho. As negociações entre EUA e Irã encontraram novos obstáculos, e a queda do iene deixou investidores apreensivos . Os mercados de títulos também ficaram sob pressão, com os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA disparando .
Mais cedo, em junho, as ações de tecnologia na Ásia sofreram um forte impacto com o rali de inteligência artificial perdendo força em Wall Street. O índice KOSPI, da Coreia do Sul, caiu 8,3%, e o Nikkei, do Japão, recuou 3,9% . O rendimento do título de 2 anos do Tesouro dos EUA saltou para o maior nível em 16 meses nesse período .
Investidores estrangeiros estão voltando a comprar títulos de mercados emergentes asiáticos, apesar da postura linha-dura do Fed, apostando que os bancos centrais regionais manterão os juros elevados, tornando a dívida atraente . Os títulos asiáticos emergentes mostram sensibilidade relativamente menor aos movimentos dos títulos do Tesouro dos EUA: a correlação de 30 dias entre os rendimentos de 5 anos dos EUA e os de prazo similar na Ásia emergente é de cerca de 0,04, contra 0,34 para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e 0,44 para a América Latina .
Enquanto isso, o dólar forte e o aumento dos rendimentos nos EUA mantêm a pressão sobre as moedas de mercados emergentes, com o índice do dólar (DXY) se mantendo firme . O iene tem sido uma das maiores vítimas da força do dólar .
Os mercados estão precificando um Fed com juros altos por mais tempo, um iene que pode provocar intervenção do Banco do Japão a qualquer momento, e um petróleo que já descontou um avanço diplomático com o Irã, mas permanece altamente sensível a qualquer reversão nas negociações. Os títulos de mercados emergentes asiáticos são o ponto de resiliência, atraindo fluxos estrangeiros pelo apelo do rendimento, apesar do cenário global linha-dura.
Na primeira reunião de Warsh como presidente do Fed, em junho, o FOMC votou por 12 a 0 pela manutenção da taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano . O comitê também lançou uma ampla revisão dos seus instrumentos de política monetária, criando novas forças-tarefa para inflação, comunicação e inteligência artificial .
Impacto nos mercados: O dólar se manteve estável perto das máximas de 13 meses, enquanto os mercados reprecificavam as expectativas de juros altos por mais tempo . Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA subiram sob pressão da postura linha-dura do Fed . A inflação medida pelo índice de preços de gastos com consumo (PCE) é projetada em 3,6% para 2026, bem acima da meta de 2% .
O iene japonês enfraqueceu além de 162 por dólar, atingindo uma nova mínima de 40 anos de 162,84 na virada de 1º para 2 de julho . Esse é o nível mais fraco do iene contra o dólar desde 1986 . A queda tem sido implacável: o iene era negociado perto de 160,80 em meados de junho, caiu para 161,81 em 19 de junho, rompeu a barreira de 162 em 30 de junho e continuou caindo .
Traders estão em alerta máximo para uma intervenção das autoridades japonesas, com a liquidez reduzida antes do feriado de 4 de julho nos EUA vista como uma janela potencial para Tóquio agir . O Ministério das Finanças do Japão já interveio antes para apoiar a moeda, mas esses esforços não conseguiram estancar a desvalorização . O iene acumula queda de aproximadamente 13% frente ao dólar nos últimos 12 meses .
Os preços do petróleo caíram mais de 1% em 1º de julho, para o menor nível desde março, com o Brent sendo negociado a US$ 71,57 por barril (queda de 1,89%) e o West Texas Intermediate (WTI) a US$ 68,58 . O presidente Trump afirmou que as negociações entre EUA e Irã no Catar "estão indo bem", aliviando os temores de interrupção no fornecimento .
A queda vem se acumulando há semanas. O petróleo Brent despencou cerca de 21% apenas em junho — a maior queda mensal desde março de 2020 . Um acordo de paz provisório entre EUA e Irã, assinado em meados de junho, reabriu o Estreito de Ormuz e sinalizou um possível alívio de sanções, permitindo maiores exportações de petróleo iraniano . Os EUA concederam uma isenção de 60 dias permitindo certas exportações de petróleo bruto e combustível do Irã, citando "discussões construtivas" na Suíça .
No entanto, o cenário ainda é incerto. Troca de mísseis no fim de semana entre as partes manteve a situação frágil, e sinais diplomáticos mistos de Teerã impediram uma liquidação completa . O Brent permaneceu perto de US$ 71 por barril em 2 de julho, com o mercado precificando uma recuperação da oferta, mas sensível a qualquer reversão nas negociações .
As bolsas asiáticas começaram o novo trimestre em ritmo cauteloso em 1º de julho. As negociações entre EUA e Irã encontraram novos obstáculos, e a queda do iene deixou investidores apreensivos . Os mercados de títulos também ficaram sob pressão, com os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA disparando .
Mais cedo, em junho, as ações de tecnologia na Ásia sofreram um forte impacto com o rali de inteligência artificial perdendo força em Wall Street. O índice KOSPI, da Coreia do Sul, caiu 8,3%, e o Nikkei, do Japão, recuou 3,9% . O rendimento do título de 2 anos do Tesouro dos EUA saltou para o maior nível em 16 meses nesse período .
Investidores estrangeiros estão voltando a comprar títulos de mercados emergentes asiáticos, apesar da postura linha-dura do Fed, apostando que os bancos centrais regionais manterão os juros elevados, tornando a dívida atraente . Os títulos asiáticos emergentes mostram sensibilidade relativamente menor aos movimentos dos títulos do Tesouro dos EUA: a correlação de 30 dias entre os rendimentos de 5 anos dos EUA e os de prazo similar na Ásia emergente é de cerca de 0,04, contra 0,34 para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e 0,44 para a América Latina .
Enquanto isso, o dólar forte e o aumento dos rendimentos nos EUA mantêm a pressão sobre as moedas de mercados emergentes, com o índice do dólar (DXY) se mantendo firme . O iene tem sido uma das maiores vítimas da força do dólar .
Os mercados estão precificando um Fed com juros altos por mais tempo, um iene que pode provocar intervenção do Banco do Japão a qualquer momento, e um petróleo que já descontou um avanço diplomático com o Irã, mas permanece altamente sensível a qualquer reversão nas negociações. Os títulos de mercados emergentes asiáticos são o ponto de resiliência, atraindo fluxos estrangeiros pelo apelo do rendimento, apesar do cenário global linha-dura.