Sozinho, o IPO da SpaceX foi responsável por elevar o volume global de ofertas iniciais (IPOs) para US$ 207 bilhões no primeiro semestre, mais que o triplo dos US$ 68,6 bilhões captados no mesmo período de 2025 .
O setor de tecnologia foi o motor principal da captação de ações no primeiro semestre de 2026:
A PwC destacou que os megadeals acima de US$ 5 bilhões agora representam quase metade do valor total global de fusões e aquisições, e que a economia da IA está gerando negócios que vão além das fronteiras tradicionais do setor de tecnologia .
O mercado de ações da Índia também apresentou um desempenho forte, embora em uma escala diferente dos megadeals americanos:
O Kotak Investment Banking projeta que o mercado de capitais de ações da Índia pode ultrapassar ₹6 lakh crore (~US$ 72 bilhões) em emissões totais no ano-calendário de 2026, com IPOs de mais de US$ 1 bilhão respondendo por 35% da captação total, liderados por empresas de tecnologia e de consumo .
A expectativa dos participantes do mercado é de que o ritmo se mantenha. A Dealogic observou que uma "onda enorme de emissões de ações ligadas à IA" impulsionou o primeiro semestre, e o pipeline de grandes empresas de IA em estágio avançado que abrirão capital deve sustentar o ímpeto nos próximos meses . O Morgan Stanley destacou que o cenário atual reflete "um pipeline crescente de empresas maiores e em estágio mais maduro, além de uma participação mais ampla de investidores em todos os setores"
.
Na Índia, a emissão de ações pode ultrapassar ₹6 lakh crore em 2026 como um todo, com os investidores institucionais domésticos emergindo como a principal âncora para a atividade de ECM, fornecendo estabilidade em meio à volatilidade global .