Não houve um único 'anúncio NASA ESA' de uma nova distância unificada, mas diversos projetos financiados pelas agências refinaram progressivamente as distâncias dos braços espirais externos. Usando o Very Long Baseline Array (VLBA), astrônomos mediram a distância até a região de formação estelar W3OH no Braço de Per...

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Aqui está uma resposta concisa e baseada em evidências, adaptada para o português brasileiro.
Não houve uma única 'descoberta NASA-ESA' anunciando uma nova distância unificada para os braços espirais externos da Via Láctea. Na verdade, vários projetos afiliados à NASA e à ESA refinaram progressivamente essas distâncias usando técnicas diferentes e, em alguns casos, descobriram que os braços externos estão significativamente mais próximos do que se pensava.
As principais técnicas usadas nesses estudos da NASA/ESA são:
Essas medições são transformadoras porque vivemos dentro da Via Láctea e não podemos vê-la de cima. Distâncias precisas dos braços resolvem vários problemas fundamentais:
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Não houve um único 'anúncio NASA ESA' de uma nova distância unificada, mas diversos projetos financiados pelas agências refinaram progressivamente as distâncias dos braços espirais externos.
Não houve um único 'anúncio NASA ESA' de uma nova distância unificada, mas diversos projetos financiados pelas agências refinaram progressivamente as distâncias dos braços espirais externos. Usando o Very Long Baseline Array (VLBA), astrônomos mediram a distância até a região de formação estelar W3OH no Braço de Perseus: cerca de 6.400 anos luz (1,96 kpc), aproximadamente metade do que se acreditava antes.
Em 2017, uma equipe usou o VLBA combinado com um método de distância cinemática para mapear o Braço Scutum Centaurus no lado oposto da Galáxia, fornecendo a primeira distância direta por paralaxe a uma região do outro...