Os processadores quânticos atuais ainda são ruidosos e têm um número limitado de qubits. Para tornar o cálculo da hadronização viável, a equipe adotou várias simplificações importantes :
A simulação quântica reproduziu com sucesso um fenômeno bem conhecido de cálculos clássicos anteriores de QCD na rede: a quebra de cordas — o mecanismo pelo qual uma "corda" de glúons do campo da força forte entre dois quarks que se separam se rompe, criando novos pares quark-antiquark . O artigo do OLCF observa explicitamente que o projeto envolveu a simulação da "hadronização por quebra de cordas"
.
Essa descoberta valida que o modelo quântico simplificado capturou corretamente a dinâmica não-perturbativa essencial da força forte, que antes era acessível apenas a simulações clássicas de rede. Confirma que a abordagem é fisicamente significativa, e não apenas um exercício computacional.