Segundo o Financial Times, banqueiros de investimento e consultores estão fazendo forte lobby para que a VW venda ou abra o capital da Ducati e da Lamborghini como forma de levantar caixa para financiar a reestruturação . O jornal italiano Corriere della Sera acrescenta que a Ducati pode ser vendida diretamente, enquanto a Lamborghini teria como destino uma oferta pública inicial (IPO) na bolsa . Até 1º de julho de 2026, a VW não havia confirmado oficialmente nenhuma dessas conversas, mas analistas apontam que ambas as marcas despertariam enorme interesse de investidores .
A Reuters e a revista alemã Manager Magazin (26 de junho de 2026) revelaram que o CEO Oliver Blume avalia cortar até 100 mil postos de trabalho no mundo todo — o equivalente a 15% dos 657 mil funcionários do grupo — e fechar quatro fábricas na Alemanha: Hanôver, Zwickau, Emden e a unidade da Audi em Neckarsulm . Só essas quatro plantas representam mais de 45 mil demissões . O número dobra a meta anterior de 50 mil cortes anunciada poucos meses antes . O conselho de supervisão deve discutir o plano em reunião marcada para 9 de julho de 2026 .
Em 28 de junho, o jornal alemão Bild informou que a VW planeja encerrar a Automated Driving Alliance (ADA) com a Robert Bosch após investir aproximadamente €1,5 bilhão no desenvolvimento conjunto de software para direção autônoma . Segundo fontes internas, os resultados ficaram aquém do esperado — especialmente no chamado Nível 2++. Nem VW nem Bosch confirmaram oficialmente o fim da parceria, iniciada em 2022, mas a notícia é tratada como iminente por múltiplas fontes .
A Cariad, subsidiária de software da VW, continua sendo fonte de atrasos e estouros de orçamento. A decisão de romper com a Bosch está parcialmente ligada à incapacidade da Cariad de cumprir metas de direção autônoma . As dificuldades da unidade são um dos principais motores da reavaliação estratégica e do aperto de custos.
A VW já havia anunciado meta de cortar custos em 20% até 2028 . A empresa enfrenta um déficit de fluxo de caixa livre estimado em US$ 11 bilhões . Entre a venda da Everllence, o possível desinvestimento das marcas premium, o fechamento de fábricas e as indenizações para até 100 mil trabalhadores, os encargos totais da reestruturação devem somar bilhões de euros — embora o valor exato não tenha sido divulgado .
Incertezas importantes: a VW não confirmou oficialmente as negociações para venda de Ducati/Lamborghini, o número de 100 mil demissões nem o fim da parceria com a Bosch. Todas essas informações são baseadas em relatos de insiders ao Manager Magazin, Financial Times e Bild, e podem mudar conforme as decisões do conselho em 9 de julho de 2026 e as negociações com os sindicatos.
Segundo o Financial Times, banqueiros de investimento e consultores estão fazendo forte lobby para que a VW venda ou abra o capital da Ducati e da Lamborghini como forma de levantar caixa para financiar a reestruturação . O jornal italiano Corriere della Sera acrescenta que a Ducati pode ser vendida diretamente, enquanto a Lamborghini teria como destino uma oferta pública inicial (IPO) na bolsa . Até 1º de julho de 2026, a VW não havia confirmado oficialmente nenhuma dessas conversas, mas analistas apontam que ambas as marcas despertariam enorme interesse de investidores .
A Reuters e a revista alemã Manager Magazin (26 de junho de 2026) revelaram que o CEO Oliver Blume avalia cortar até 100 mil postos de trabalho no mundo todo — o equivalente a 15% dos 657 mil funcionários do grupo — e fechar quatro fábricas na Alemanha: Hanôver, Zwickau, Emden e a unidade da Audi em Neckarsulm . Só essas quatro plantas representam mais de 45 mil demissões . O número dobra a meta anterior de 50 mil cortes anunciada poucos meses antes . O conselho de supervisão deve discutir o plano em reunião marcada para 9 de julho de 2026 .
Em 28 de junho, o jornal alemão Bild informou que a VW planeja encerrar a Automated Driving Alliance (ADA) com a Robert Bosch após investir aproximadamente €1,5 bilhão no desenvolvimento conjunto de software para direção autônoma . Segundo fontes internas, os resultados ficaram aquém do esperado — especialmente no chamado Nível 2++. Nem VW nem Bosch confirmaram oficialmente o fim da parceria, iniciada em 2022, mas a notícia é tratada como iminente por múltiplas fontes .
A Cariad, subsidiária de software da VW, continua sendo fonte de atrasos e estouros de orçamento. A decisão de romper com a Bosch está parcialmente ligada à incapacidade da Cariad de cumprir metas de direção autônoma . As dificuldades da unidade são um dos principais motores da reavaliação estratégica e do aperto de custos.
A VW já havia anunciado meta de cortar custos em 20% até 2028 . A empresa enfrenta um déficit de fluxo de caixa livre estimado em US$ 11 bilhões . Entre a venda da Everllence, o possível desinvestimento das marcas premium, o fechamento de fábricas e as indenizações para até 100 mil trabalhadores, os encargos totais da reestruturação devem somar bilhões de euros — embora o valor exato não tenha sido divulgado .
Incertezas importantes: a VW não confirmou oficialmente as negociações para venda de Ducati/Lamborghini, o número de 100 mil demissões nem o fim da parceria com a Bosch. Todas essas informações são baseadas em relatos de insiders ao Manager Magazin, Financial Times e Bild, e podem mudar conforme as decisões do conselho em 9 de julho de 2026 e as negociações com os sindicatos.