Crise de combustível na Rússia: Putin admite filas nos postos após ataques ucranianos
Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos. O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
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Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos.
O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
A Rússia adotou medidas drásticas: proibiu a exportação de gasolina e querosene de aviação e estuda banir completamente as vendas de diesel para o exterior.
Ataques de drones ucranianos nocautearam mais de 20% da capacidade de refino da Rússia, incluindo a principal refinaria de Moscou, que pode não voltar a operar antes de 2027.
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openai.com
Putin admite a crise: filas e escassez nos postos
Pela primeira vez desde o início da guerra, o presidente Vladimir Putin reconheceu publicamente que a Rússia enfrenta uma grave escassez de combustível. Em entrevista à TV estatal nos dias 28 e 29 de junho de 2026, ele afirmou: “Problemas persistem tanto para motoristas quanto para empresas — infelizmente, ainda há filas nos postos de gasolina e a situação ainda não está totalmente estabilizada.” Segundo a BBC e a CNBC, essa foi uma rara concessão do Kremlin, que até então tentava minimizar a crise.
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Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos. O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
O que devo fazer a seguir na prática?
A Rússia adotou medidas drásticas: proibiu a exportação de gasolina e querosene de aviação e estuda banir completamente as vendas de diesel para o exterior.
Crise de combustível na Rússia: Putin admite filas nos postos após ataques ucranianos
Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos. O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
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Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos.
O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
A Rússia adotou medidas drásticas: proibiu a exportação de gasolina e querosene de aviação e estuda banir completamente as vendas de diesel para o exterior.
Ataques de drones ucranianos nocautearam mais de 20% da capacidade de refino da Rússia, incluindo a principal refinaria de Moscou, que pode não voltar a operar antes de 2027.
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Putin admite a crise: filas e escassez nos postos
Pela primeira vez desde o início da guerra, o presidente Vladimir Putin reconheceu publicamente que a Rússia enfrenta uma grave escassez de combustível. Em entrevista à TV estatal nos dias 28 e 29 de junho de 2026, ele afirmou: “Problemas persistem tanto para motoristas quanto para empresas — infelizmente, ainda há filas nos postos de gasolina e a situação ainda não está totalmente estabilizada.” Segundo a BBC e a CNBC, essa foi uma rara concessão do Kremlin, que até então tentava minimizar a crise.
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Qual é a resposta curta para "Crise de combustível na Rússia: Putin admite filas nos postos após ataques ucranianos"?
Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Putin admitiu pela primeira vez a escassez de combustível na Rússia, atribuindo o problema aos ataques ucranianos a refinarias e depósitos. O racionamento de gasolina e diesel atinge 56 das 83 regiões russas, com filas que duram horas e limites de compra de apenas 20 litros por cliente.
O que devo fazer a seguir na prática?
A Rússia adotou medidas drásticas: proibiu a exportação de gasolina e querosene de aviação e estuda banir completamente as vendas de diesel para o exterior.
O que o Kremlin fez: proibição de exportações e uso de reservas
O governo russo adotou uma série de medidas emergenciais para tentar conter o desabastecimento interno:
Proibição da exportação de gasolina — Renovada pelo Decreto nº 78 em 31 de janeiro de 2026, estendendo a proibição temporária de exportação de gasolina, diesel e outros combustíveis até 31 de julho de 2026.
Proibição da exportação de querosene de aviação — Implementada pelo Decreto nº 646 em 30 de maio de 2026, proibindo a exportação de combustível de aviação até 30 de novembro de 2026 — a primeira proibição desse tipo na história da Rússia.
Estudo de proibição total da exportação de diesel — Em 24 de junho de 2026, o vice-primeiro-ministro Alexander Novak disse que o governo avaliava uma proibição total, classificando a situação no mercado doméstico como “desafiadora”.
Reservas em queda — Para abastecer o mercado interno, Moscou cortou as exportações de petróleo bruto dos portos ocidentais para cerca de 1,7 milhão de barris por dia em junho, contra 2,5 milhões em maio, usando suas reservas estratégicas.
Ataques de drones ucranianos às refinarias
Uma campanha sustentada de ataques de drones de longo alcance da Ucrânia é a principal causa da crise:
Refinaria de Kapotnya (Moscou) — Atingida repetidamente em meados de junho de 2026, incluindo um ataque massivo em 18 de junho que a tirou completamente de operação. A Reuters informou, citando duas fontes do setor, que a refinaria dificilmente retomará as operações antes de 2027. A refinaria fornecia cerca de 40% do mercado de Moscou.
Refinaria de Slavyansk-no-Kuban (região de Krasnodar) — Atacada na noite de 27 para 28 de junho de 2026, provocando um grande incêndio em uma das maiores refinarias da Rússia.
Refinaria de Yaroslavl — Também atacada em 28 de junho de 2026, conforme confirmado pelo presidente Zelensky.
No total, mais de 20% da capacidade de refino da Rússia foi desativada pelos ataques.
Propagação geográfica: 56 das 83 regiões afetadas
A crise se espalhou por todo o país. O veículo independente Zona Media publicou um mapa em 26 de junho de 2026 documentando o racionamento de combustível em 56 das 83 regiões russas. A Bloomberg informou em 23 de junho que “mais de dois terços das regiões do país” implementaram racionamento ou enfrentam interrupções no abastecimento. Na Crimeia, os motoristas estão proibidos de abastecer seus veículos para priorizar as necessidades militares.
As restrições regionais incluem limites de compra por pessoa (de apenas 20 litros por cliente), filas de horas e o fechamento total de alguns postos.
A Visão de Zelensky: "Sanções de Longo Alcance"
Em sua declaração após os ataques de 28 de junho às refinarias de Slavyansk e Yaroslavl, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse: “Esta noite, nossas sanções de longo alcance atingiram duas refinarias na Rússia.” Ele descreveu a campanha de drones como um esforço sistemático para enfraquecer a capacidade de guerra da Rússia, impondo dor econômica por meio de ataques diretos à infraestrutura energética, em vez de esperar que as sanções internacionais surtam efeito.
reuters.com
Russia bans aviation fuel exports until November 30
O que o Kremlin fez: proibição de exportações e uso de reservas
O governo russo adotou uma série de medidas emergenciais para tentar conter o desabastecimento interno:
Proibição da exportação de gasolina — Renovada pelo Decreto nº 78 em 31 de janeiro de 2026, estendendo a proibição temporária de exportação de gasolina, diesel e outros combustíveis até 31 de julho de 2026.
Proibição da exportação de querosene de aviação — Implementada pelo Decreto nº 646 em 30 de maio de 2026, proibindo a exportação de combustível de aviação até 30 de novembro de 2026 — a primeira proibição desse tipo na história da Rússia.
Estudo de proibição total da exportação de diesel — Em 24 de junho de 2026, o vice-primeiro-ministro Alexander Novak disse que o governo avaliava uma proibição total, classificando a situação no mercado doméstico como “desafiadora”.
Reservas em queda — Para abastecer o mercado interno, Moscou cortou as exportações de petróleo bruto dos portos ocidentais para cerca de 1,7 milhão de barris por dia em junho, contra 2,5 milhões em maio, usando suas reservas estratégicas.
Ataques de drones ucranianos às refinarias
Uma campanha sustentada de ataques de drones de longo alcance da Ucrânia é a principal causa da crise:
Refinaria de Kapotnya (Moscou) — Atingida repetidamente em meados de junho de 2026, incluindo um ataque massivo em 18 de junho que a tirou completamente de operação. A Reuters informou, citando duas fontes do setor, que a refinaria dificilmente retomará as operações antes de 2027. A refinaria fornecia cerca de 40% do mercado de Moscou.
Refinaria de Slavyansk-no-Kuban (região de Krasnodar) — Atacada na noite de 27 para 28 de junho de 2026, provocando um grande incêndio em uma das maiores refinarias da Rússia.
Refinaria de Yaroslavl — Também atacada em 28 de junho de 2026, conforme confirmado pelo presidente Zelensky.
No total, mais de 20% da capacidade de refino da Rússia foi desativada pelos ataques.
Propagação geográfica: 56 das 83 regiões afetadas
A crise se espalhou por todo o país. O veículo independente Zona Media publicou um mapa em 26 de junho de 2026 documentando o racionamento de combustível em 56 das 83 regiões russas. A Bloomberg informou em 23 de junho que “mais de dois terços das regiões do país” implementaram racionamento ou enfrentam interrupções no abastecimento. Na Crimeia, os motoristas estão proibidos de abastecer seus veículos para priorizar as necessidades militares.
As restrições regionais incluem limites de compra por pessoa (de apenas 20 litros por cliente), filas de horas e o fechamento total de alguns postos.
A Visão de Zelensky: "Sanções de Longo Alcance"
Em sua declaração após os ataques de 28 de junho às refinarias de Slavyansk e Yaroslavl, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse: “Esta noite, nossas sanções de longo alcance atingiram duas refinarias na Rússia.” Ele descreveu a campanha de drones como um esforço sistemático para enfraquecer a capacidade de guerra da Rússia, impondo dor econômica por meio de ataques diretos à infraestrutura energética, em vez de esperar que as sanções internacionais surtam efeito.
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Russia bans aviation fuel exports until November 30