No acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã, assinado em meados de junho de 2026, o Irã é obrigado a limpar todas as minas em 30 dias, com França e Reino Unido liderando as operações de desminagem, apoiados por Alemanha, Itália, Japão e Canadá . No entanto, empresas de navegação e seguradoras alertam que a via permanece perigosa. O CEO da Hapag-Lloyd, Rolf Habben Jansen, afirmou que o retorno à navegação normal levará de 6 a 8 semanas assim que o Oriente Médio se estabilizar
. Outras avaliações variam de 40 a 50 dias para a confiança das seguradoras até estimativas do Pentágono de até seis meses para a limpeza completa
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Em 28 de junho de 2026, a Hapag-Lloyd alertou que o alto risco e as diretrizes de rota conflitantes criaram um 'novo normal' de caos operacional no Estreito, que deve durar 'alguns meses' . Um porta-voz da Hapag-Lloyd disse ao Fox News Digital: 'Temos que reconhecer que esta é, por alguns meses, a nova normalidade na região do Golfo Pérsico'
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O custo financeiro é severo. O CEO da Hapag-Lloyd, Rolf Habben Jansen, estimou que a crise adiciona US$ 50 milhões a US$ 60 milhões por semana em custos extras, que a empresa precisará repassar parcialmente aos clientes . Esses custos vêm do aumento dos preços dos combustíveis de navegação (bunker), prêmios de seguro mais altos e custos de armazenamento e transporte terrestre
. Estimativas anteriores de março de 2026 colocavam o valor em US$ 40-50 milhões por semana, indicando que os custos aumentaram
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Dois esquemas de rota rivais surgiram, refletindo as tensões geopolíticas não resolvidas:
Rota apoiada por Omã (verde): Em coordenação com a IMO, Omã designou duas faixas de navegação temporárias — uma na costa de Omã e outra ao sul do canal histórico — sem cobrança de pedágio . Em 27 de junho de 2026, o Centro Conjunto de Informações Marítimas (JMIC) da Marinha dos EUA anunciou uma rota alargada perto de Omã, permitindo o aumento do tráfego naval em ambas as direções
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Rota determinada pelo Irã (vermelha): A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) publicou um mapa direcionando todo o tráfego marítimo através das águas territoriais iranianas, passando pela Ilha de Larak, onde a marinha iraniana pode realizar inspeções . O Irã advertiu que quaisquer rotas estabelecidas sem a sua coordenação são 'inaceitáveis e perigosas' e ameaçou agir contra embarcações que ignorarem suas diretrizes
. O mapa da IRGC marca uma claramente definida 'área de perigo' que cobre o corredor de navegação internacional previamente designado pela IMO
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Em 25 de junho de 2026, um navio-conteineiro (da Evergreen) foi atingido por um projétil desconhecido perto da costa de Omã, pouco depois de atravessar o estreito . O Secretário-Geral da IMO, Arsenio Dominguez, suspendeu imediatamente a operação de evacuação, afirmando que ela permaneceria pausada 'até que mais clareza seja obtida' sobre as garantias de segurança
. Autoridades dos EUA atribuíram o ataque ao Irã, embora as autoridades iranianas não tenham reivindicado a responsabilidade
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Antes da suspensão, a IMO havia evacuado com sucesso aproximadamente 2.500 marinheiros em 115 navios durante os primeiros três dias e meio da operação . Estima-se que mais de 11.000 marinheiros permaneciam retidos em embarcações dentro do Golfo Pérsico no momento da pausa
. Em abril de 2026, a Hapag-Lloyd havia observado que aproximadamente 1.000 navios estavam parados na região, incluindo seis de suas próprias embarcações
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O tráfego pelo Estreito entrou em colapso. Mais de 34.000 rotas de navegação foram desviadas nas primeiras quatro semanas do conflito . A plataforma de inteligência marítima Kpler informou que, em um dia no final de junho, apenas 42 navios de carga transitaram pela via, uma redução dramática em relação aos níveis pré-crise
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Os produtores de energia do Golfo buscaram alternativas. A Arábia Saudita tem utilizado seu oleoduto leste-oeste (Petroline) através da Península Arábica para contornar o estreito, permitindo a continuação das exportações de petróleo bruto que são carregadas em portos do Mar Vermelho . Os Emirados Árabes Unidos também intensificaram o uso de oleodutos de petróleo para salvaguardar algumas exportações
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Alegações não verificadas: Não foram encontradas evidências nas fontes disponíveis para uma licitação de emergência de GNL do Paquistão ou para volumes detalhados de exportação de GNL pós-guerra do Catar.