O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu reagiu duramente. Segundo relatos, Netanyahu afirmou que "não passa um dia sem que Erdoğan peça a destruição de Israel" e anunciou que levaria as declarações de Erdoğan "ao conhecimento dos nossos amigos americanos" . Ele classificou as repetidas ameaças de responsabilização feitas por Erdoğan como algo que merecia ser levado ao conhecimento dos Estados Unidos
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O Ministério das Relações Exteriores de Israel foi além. Emitiu uma nota dura contra Erdoğan, chamando-o de "ditador" e afirmando que o líder turco "vai passar", enquanto o Estado judeu "permanecerá para sempre" . Separadamente, no mesmo dia, o governo israelense aprovou por unanimidade uma resolução de gabinete reconhecendo como genocídio os massacres de armênios durante a Primeira Guerra Mundial — uma decisão histórica que o ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa'ar, havia proposto dias antes como uma mensagem direta a Ancara
. Em meses anteriores, autoridades israelenses também acusaram "a Turquia sob Erdoğan" de liderar "declarações hostis e medidas diplomáticas e econômicas" contra Israel
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A guerra iniciada em 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas mataram cerca de 1.200 pessoas e sequestraram 251 reféns em Israel, desencadeou uma deterioração dramática nas relações turco-israelenses .
Marcos da retórica:
O confronto saiu da esfera do atrito diplomático para uma guerra verbal aberta, com cada lado acusando o outro de genocídio e tomando medidas legais e diplomáticas concretas contra a liderança do outro.