O presidente russo, Vladimir Putin, admitiu publicamente que o país enfrenta um 'déficit' de combustível, classificando o momento como um 'período difícil'. A admissão ocorreu após semanas de intensos ataques de drones ucranianos que atingiram e danificaram gravemente várias refinarias importantes, incluindo a maior...

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A Rússia está vivendo sua pior crise de combustível em anos, e o presidente Vladimir Putin foi forçado a admitir publicamente a gravidade da situação. Em um discurso no último domingo, 28 de junho de 2026, Putin reconheceu que o país enfrenta um 'certo déficit' de combustível e descreveu o período como 'difícil', prometendo reforçar a proteção das instalações petrolíferas e aumentar a produção. Esta admissão marca um ponto de virada, pois ocorre no auge de uma campanha sustentada de ataques de drones ucranianos contra a infraestrutura energética russa.
O ponto crítico foi o ataque à refinaria de Moscou, localizada no distrito de Kapotnya. Em meados de junho, a instalação foi atingida duas vezes em apenas três dias (nos dias 16 e 18 de junho). Ambos os seus principais sistemas de processamento de petróleo bruto foram desabilitados, paralisando completamente a produção. Segundo a agência Reuters, os reparos levarão pelo menos seis meses, e a refinaria dificilmente retomará o processamento total de petróleo em 2026.
A Carnegie Endowment destacou que esses ataques provaram que nem mesmo as pesadas defesas aéreas de Moscou conseguem parar os drones ucranianos.
A Rússia está enfrentando a pior escassez de combustível em escala nacional dos últimos anos.
Para tentar conter a crise, o governo russo adotou uma série de restrições às exportações de combustíveis:
A admissão de Putin sobre o 'período difícil' em 28 de junho foi o ponto culminante de semanas de ataques intensificados de drones ucranianos que nocautearam ou danificaram severamente várias refinarias importantes — a mais crítica delas, a de Kapotnya, que abastece Moscou, deve ficar fora de operação por meses. O efeito cumulativo gerou a pior crise de combustível na Rússia em anos, com pelo menos 15-17 regiões impondo racionamento, filas em postos e uma série de proibições governamentais às exportações de gasolina, querosene de aviação e, potencialmente, diesel.
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O presidente russo, Vladimir Putin, admitiu publicamente que o país enfrenta um 'déficit' de combustível, classificando o momento como um 'período difícil'.
O presidente russo, Vladimir Putin, admitiu publicamente que o país enfrenta um 'déficit' de combustível, classificando o momento como um 'período difícil'. A admissão ocorreu após semanas de intensos ataques de drones ucranianos que atingiram e danificaram gravemente várias refinarias importantes, incluindo a maior de Moscou.
Os ataques, em especial à refinaria de Kapotnya, paralisaram a produção de combustível e desencadearam a pior crise de abastecimento na Rússia em anos.