Em 25 de junho de 2026, a Marinha do IRGC emitiu uma declaração veemente afirmando que a passagem segura pelo Estreito só é possível através de rotas oficialmente designadas pelo Irã, e que embarcações que usarem rotas não autorizadas "serão alvo de ação" . O principal diplomata iraniano reiterou em 28 de junho que qualquer tentativa de navegação de contornar a rota preferida do Irã "aumentaria as tensões" . A declaração ocorre enquanto o Irã se opõe a uma nova rota alternativa facilitada por Omã, criada sem a aprovação de Teerã .
Em 25 de junho, o IRGC atingiu o navio de carga M/V Ever Lovely, de bandeira de Singapura, com um drone de ataque de via única aproximadamente 8 milhas náuticas a sudeste de Dahit, Omã, danificando a ponte de comando da embarcação, mas sem causar vítimas . O ataque foi o teste mais sério até então para um frágil entendimento provisório alcançado apenas uma semana antes entre EUA e Irã para encerrar as hostilidades e reabrir a via navegável .
Em resposta, em 26 de junho, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) atacou quatro instalações iranianas de armazenamento de mísseis e drones e locais de radar costeiro ao longo do Estreito e na Ilha de Qeshm . O vice-presidente JD Vance advertiu que novos ataques iranianos "seriam recebidos com força" .
O Irã respondeu atacando outra embarcação comercial, o M/T Kiku, em 27 de junho, provocando uma nova rodada de ataques dos EUA . O presidente Trump condenou as ações do Irã como uma "violação tola" do cessar-fogo .
O Irã afirmou seu controle sobre o Estreito ao designar suas próprias faixas de trânsito aprovadas e alertar as embarcações para se afastarem de qualquer rota alternativa . Omã, por sua vez, apoia uma rota de desvio separada pelo sul, com o objetivo de permitir a navegação fora da supervisão direta do Irã, que o IRGC classificou como "altamente perigosa" e "inaceitável" . O resultado é uma competição de facto entre passagens do norte controladas pelo Irã e alternativas do sul facilitadas por Omã, com o Irã ameaçando agir contra qualquer embarcação que use caminhos não autorizados.
A crise, que começou com a campanha aérea dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026, bloqueou amplamente o Estreito por meses . O Irã citou minas navais no canal de navegação principal como justificativa para anunciar rotas alternativas em abril de 2026 . A Organização Marítima Internacional (IMO) da ONU estava executando um plano de evacuação para navios encalhados, mas o suspendeu após o ataque de drone de 25 de junho para reafirmar as garantias de segurança . O Washington Institute observa que "ameaças de minas incertas" continuam sendo um obstáculo significativo para um retorno total à navegação normal .
Nota: As fontes disponíveis não fornecem números específicos de navios e tripulantes encalhados, nem um status detalhado das operações internacionais de desminagem.
Em 25 de junho de 2026, a Marinha do IRGC emitiu uma declaração veemente afirmando que a passagem segura pelo Estreito só é possível através de rotas oficialmente designadas pelo Irã, e que embarcações que usarem rotas não autorizadas "serão alvo de ação" . O principal diplomata iraniano reiterou em 28 de junho que qualquer tentativa de navegação de contornar a rota preferida do Irã "aumentaria as tensões" . A declaração ocorre enquanto o Irã se opõe a uma nova rota alternativa facilitada por Omã, criada sem a aprovação de Teerã .
Em 25 de junho, o IRGC atingiu o navio de carga M/V Ever Lovely, de bandeira de Singapura, com um drone de ataque de via única aproximadamente 8 milhas náuticas a sudeste de Dahit, Omã, danificando a ponte de comando da embarcação, mas sem causar vítimas . O ataque foi o teste mais sério até então para um frágil entendimento provisório alcançado apenas uma semana antes entre EUA e Irã para encerrar as hostilidades e reabrir a via navegável .
Em resposta, em 26 de junho, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) atacou quatro instalações iranianas de armazenamento de mísseis e drones e locais de radar costeiro ao longo do Estreito e na Ilha de Qeshm . O vice-presidente JD Vance advertiu que novos ataques iranianos "seriam recebidos com força" .
O Irã respondeu atacando outra embarcação comercial, o M/T Kiku, em 27 de junho, provocando uma nova rodada de ataques dos EUA . O presidente Trump condenou as ações do Irã como uma "violação tola" do cessar-fogo .
O Irã afirmou seu controle sobre o Estreito ao designar suas próprias faixas de trânsito aprovadas e alertar as embarcações para se afastarem de qualquer rota alternativa . Omã, por sua vez, apoia uma rota de desvio separada pelo sul, com o objetivo de permitir a navegação fora da supervisão direta do Irã, que o IRGC classificou como "altamente perigosa" e "inaceitável" . O resultado é uma competição de facto entre passagens do norte controladas pelo Irã e alternativas do sul facilitadas por Omã, com o Irã ameaçando agir contra qualquer embarcação que use caminhos não autorizados.
A crise, que começou com a campanha aérea dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026, bloqueou amplamente o Estreito por meses . O Irã citou minas navais no canal de navegação principal como justificativa para anunciar rotas alternativas em abril de 2026 . A Organização Marítima Internacional (IMO) da ONU estava executando um plano de evacuação para navios encalhados, mas o suspendeu após o ataque de drone de 25 de junho para reafirmar as garantias de segurança . O Washington Institute observa que "ameaças de minas incertas" continuam sendo um obstáculo significativo para um retorno total à navegação normal .
Nota: As fontes disponíveis não fornecem números específicos de navios e tripulantes encalhados, nem um status detalhado das operações internacionais de desminagem.