Em 26 de junho de 2026, Israel e Líbano assinaram um acordo-quadro trilateral de 14 pontos em Washington, com mediação dos Estados Unidos. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, descreveu o pacto como "o começo do começo" e um "primeiro passo" em direção a uma paz duradoura . O texto oficial foi divulgado pelo Departamento de Estado no dia seguinte
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A fragilidade do acordo ficou evidente já em 27 e 28 de junho de 2026. Forças israelenses realizaram ataques com drones e bombardeios aéreos no sul do Líbano, conforme reportou a agência estatal libanesa de notícias . O episódio escancara o fosso entre os compromissos diplomáticos e a postura militar no terreno.
Netanyahu saudou o acordo como um "golpe estratégico contra o eixo iraniano" . No entanto, a extrema direita israelense condenou o pacto, classificando qualquer retirada do território libanês como uma concessão inaceitável
. Ao mesmo tempo, o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que as tropas permaneceriam no sul do Líbano enquanto o Hezbollah continuasse armado
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A tensão central é que o acordo-quadro trilateral cria um processo estruturado para o fim das hostilidades e o desarmamento do Hezbollah, mas deixa intencionalmente em aberto a permanência militar israelense no sul do Líbano. Combinada com a rejeição simultânea de Netanyahu à criação de um Estado palestino, a estratégia sinaliza uma postura de controle de segurança indefinido em múltiplas frentes, disfarçada por um arcabouço diplomático que os EUA chamam de "o começo do começo" .