Em 26 de junho, o governo anunciou a mudança para um sistema de câmbio flexível, e o banco central definiu uma taxa inicial de aproximadamente BOB 9,73 por dólar — uma desvalorização de cerca de 30% em relação à taxa de compra anterior . O governo afirmou que a medida visava "fortalecer a estabilidade macroeconômica" e "manter a competitividade externa"
.
A agitação começou no início de maio de 2026 e durou aproximadamente 53 dias . A crise ocorreu em grande parte paralelamente ao agravamento da escassez de dólares e à eventual ruptura da paridade cambial.
O acordo fundamental foi alcançado em 19 de junho de 2026 entre o governo Paz e a Central Obrera Boliviana (COB) , a principal federação sindical do país e uma participante central do movimento de protesto .
Mesmo após o fim da paridade cambial e o apaziguamento dos piores protestos, várias incertezas importantes persistem.
Sobre as reformas econômicas e o acordo com o FMI:
Sobre a atração de investimento estrangeiro: