Em fevereiro de 2026, o major-general Jasper Jeffers, comandante da ISF, anunciou que cinco países haviam concordado em enviar soldados: Indonésia, Marrocos, Cazaquistão, Kosovo e Albânia . A Indonésia deveria fornecer o maior contingente (cerca de 5.000 soldados, com planos de chegar a 8.000) e assumir o comando-adjunto . No final de junho de 2026, a Grécia também se juntou à força, embora sem uma data definida para o desdobramento .
Estados Unidos — Militares americanos não vão atuar dentro de Gaza, mas prestarão assistência humanitária, logística e de segurança a partir de fora, em coordenação com os países parceiros .
Primeiro desdobramento previsto — inicialmente marcado para o início de 2026, depois adiado para 1º de maio de 2026, com foco numa nova cidade construída pelos Emirados Árabes Unidos perto de Rafah . No fim de maio de 2026, nenhuma contribuição significativa de tropas havia se materializado no terreno .
Em maio de 2026 — três meses após as promessas — nenhum dos cinco países que se comprometeram havia enviado um número expressivo de soldados, e o general Jeffers ainda não tinha uma força operacional . O maior golve veio quando a Indonésia suspendeu seu compromisso de 8.000 soldados por tempo indeterminado, depois que os EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro de 2026 . Mensagens contraditórias de autoridades americanas geraram confusão sobre o alcance, o cronograma e a viabilidade da ISF .
O comandante da ISF declarou que a visão de longo prazo inclui 20.000 soldados e 12.000 policiais distribuídos em cinco setores, mas esses números ainda são metas aspiracionais . Como resumiu uma análise, "o entusiasmo inicial entre os potenciais contribuintes evaporou" à medida que os detalhes e objetivos da missão não foram esclarecidos .
Este é o maior entrave de todos. O primeiro relatório semestral do Conselho de Paz, enviado ao Conselho de Segurança da ONU em maio de 2026, afirma que o conselho continua "perplexo com a recusa do Hamas em se desarmar" — condição indispensável para liberar os fundos de reconstrução e para o desdobramento da ISF . Sem o desarmamento, a ISF não pode atuar com segurança, a reconstrução não sai do papel e a segunda fase do plano de paz não avança .
As promessas não se transformaram em soldados no terreno, em parte devido a questões legais, políticas e financeiras nos países contribuintes . A reunião liderada pelos EUA em Doha, em dezembro de 2025, para planejar a ISF terminou sem grandes conclusões — os participantes não conseguiram concordar sobre a composição, o mandato ou as regras de engajamento da força .
Embora o cessar-fogo esteja formalmente em vigor, Israel continuou a tomar territórios e a realizar ataques, enquanto o Hamas se fortaleceu, se reposicionou e se rearmou . De acordo com relatos das FDI, o número de violações do cessar-fogo chegou a 64 em meados de dezembro de 2025 .
Analistas apontam que as informações contraditórias sobre o Plano Abrangente e o Conselho de Paz levantam dúvidas sobre se a ISF conseguirá ser desdobrada como foi concebida originalmente . Uma análise do estatuto do Conselho de Paz indica um desvio substancial de seu propósito inicial: ele é agora definido como um mecanismo global de resolução de conflitos fora do arcabouço da ONU, sem menção a Gaza e sem limitação ao conflito israelo-palestino .
A ISF é o pilar de segurança do plano de 20 pontos de Trump, que prevê cessar-fogo, libertação de reféns, troca de prisioneiros, desarmamento do Hamas, reconstrução de Gaza e um caminho para a reforma da governança palestina . O plano foi endossado pela Resolução 2803 do Conselho de Segurança da ONU em novembro de 2025 .
O Conselho de Paz é um órgão internacional liderado pelos EUA, criado por Trump, mencionado na Resolução 2803 e encarregado de supervisionar todos os 20 pontos do plano de paz — incluindo a direção estratégica da ISF . Sua primeira reunião ocorreu em 19 de fevereiro de 2026, em Washington, onde Trump anunciou US$ 7 bilhões em promessas de nove países para um fundo de reconstrução de Gaza . No entanto, o dinheiro da reconstrução está atrelado ao desarmamento do Hamas — condição que não foi cumprida . O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu um convite para participar, mas o conselho tem enfrentado ceticismo de aliados próximos dos EUA, que o veem como uma tentativa de contornar os canais tradicionais da ONU . O mandato do conselho vai até 31 de dezembro de 2027 (renovável) .
Este é o ponto crítico que conecta todas as frentes: a ISF não pode atuar em segurança, os fundos de reconstrução não podem ser liberados e a segunda fase do plano de paz não pode avançar a menos que o Hamas se desarme . Em junho de 2026, o Hamas ainda não havia cumprido essa exigência, deixando todo o arcabouço num impasse .
A Força de Estabilização Internacional para Gaza tem promessas de seis países e um comandante americano, mas nenhum desdobramento significativo de tropas até junho de 2026. A força está paralisada pela recusa do Hamas em se desarmar, pelos compromissos nacionais não cumpridos (agravados pela suspensão da contribuição indonésia), por um cessar-fogo em deterioração e por dúvidas não resolvidas sobre seu mandato. Esses desafios estão diretamente ligados ao plano de paz de Trump e ao arcabouço do Conselho de Paz, que seguem todos travados no mesmo ponto: a reconstrução e a estabilização dependem do desarmamento, e o desarmamento não aconteceu.
Em fevereiro de 2026, o major-general Jasper Jeffers, comandante da ISF, anunciou que cinco países haviam concordado em enviar soldados: Indonésia, Marrocos, Cazaquistão, Kosovo e Albânia . A Indonésia deveria fornecer o maior contingente (cerca de 5.000 soldados, com planos de chegar a 8.000) e assumir o comando-adjunto . No final de junho de 2026, a Grécia também se juntou à força, embora sem uma data definida para o desdobramento .
Estados Unidos — Militares americanos não vão atuar dentro de Gaza, mas prestarão assistência humanitária, logística e de segurança a partir de fora, em coordenação com os países parceiros .
Primeiro desdobramento previsto — inicialmente marcado para o início de 2026, depois adiado para 1º de maio de 2026, com foco numa nova cidade construída pelos Emirados Árabes Unidos perto de Rafah . No fim de maio de 2026, nenhuma contribuição significativa de tropas havia se materializado no terreno .
Em maio de 2026 — três meses após as promessas — nenhum dos cinco países que se comprometeram havia enviado um número expressivo de soldados, e o general Jeffers ainda não tinha uma força operacional . O maior golve veio quando a Indonésia suspendeu seu compromisso de 8.000 soldados por tempo indeterminado, depois que os EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro de 2026 . Mensagens contraditórias de autoridades americanas geraram confusão sobre o alcance, o cronograma e a viabilidade da ISF .
O comandante da ISF declarou que a visão de longo prazo inclui 20.000 soldados e 12.000 policiais distribuídos em cinco setores, mas esses números ainda são metas aspiracionais . Como resumiu uma análise, "o entusiasmo inicial entre os potenciais contribuintes evaporou" à medida que os detalhes e objetivos da missão não foram esclarecidos .
Este é o maior entrave de todos. O primeiro relatório semestral do Conselho de Paz, enviado ao Conselho de Segurança da ONU em maio de 2026, afirma que o conselho continua "perplexo com a recusa do Hamas em se desarmar" — condição indispensável para liberar os fundos de reconstrução e para o desdobramento da ISF . Sem o desarmamento, a ISF não pode atuar com segurança, a reconstrução não sai do papel e a segunda fase do plano de paz não avança .
As promessas não se transformaram em soldados no terreno, em parte devido a questões legais, políticas e financeiras nos países contribuintes . A reunião liderada pelos EUA em Doha, em dezembro de 2025, para planejar a ISF terminou sem grandes conclusões — os participantes não conseguiram concordar sobre a composição, o mandato ou as regras de engajamento da força .
Embora o cessar-fogo esteja formalmente em vigor, Israel continuou a tomar territórios e a realizar ataques, enquanto o Hamas se fortaleceu, se reposicionou e se rearmou . De acordo com relatos das FDI, o número de violações do cessar-fogo chegou a 64 em meados de dezembro de 2025 .
Analistas apontam que as informações contraditórias sobre o Plano Abrangente e o Conselho de Paz levantam dúvidas sobre se a ISF conseguirá ser desdobrada como foi concebida originalmente . Uma análise do estatuto do Conselho de Paz indica um desvio substancial de seu propósito inicial: ele é agora definido como um mecanismo global de resolução de conflitos fora do arcabouço da ONU, sem menção a Gaza e sem limitação ao conflito israelo-palestino .
A ISF é o pilar de segurança do plano de 20 pontos de Trump, que prevê cessar-fogo, libertação de reféns, troca de prisioneiros, desarmamento do Hamas, reconstrução de Gaza e um caminho para a reforma da governança palestina . O plano foi endossado pela Resolução 2803 do Conselho de Segurança da ONU em novembro de 2025 .
O Conselho de Paz é um órgão internacional liderado pelos EUA, criado por Trump, mencionado na Resolução 2803 e encarregado de supervisionar todos os 20 pontos do plano de paz — incluindo a direção estratégica da ISF . Sua primeira reunião ocorreu em 19 de fevereiro de 2026, em Washington, onde Trump anunciou US$ 7 bilhões em promessas de nove países para um fundo de reconstrução de Gaza . No entanto, o dinheiro da reconstrução está atrelado ao desarmamento do Hamas — condição que não foi cumprida . O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu um convite para participar, mas o conselho tem enfrentado ceticismo de aliados próximos dos EUA, que o veem como uma tentativa de contornar os canais tradicionais da ONU . O mandato do conselho vai até 31 de dezembro de 2027 (renovável) .
Este é o ponto crítico que conecta todas as frentes: a ISF não pode atuar em segurança, os fundos de reconstrução não podem ser liberados e a segunda fase do plano de paz não pode avançar a menos que o Hamas se desarme . Em junho de 2026, o Hamas ainda não havia cumprido essa exigência, deixando todo o arcabouço num impasse .
A Força de Estabilização Internacional para Gaza tem promessas de seis países e um comandante americano, mas nenhum desdobramento significativo de tropas até junho de 2026. A força está paralisada pela recusa do Hamas em se desarmar, pelos compromissos nacionais não cumpridos (agravados pela suspensão da contribuição indonésia), por um cessar-fogo em deterioração e por dúvidas não resolvidas sobre seu mandato. Esses desafios estão diretamente ligados ao plano de paz de Trump e ao arcabouço do Conselho de Paz, que seguem todos travados no mesmo ponto: a reconstrução e a estabilização dependem do desarmamento, e o desarmamento não aconteceu.