Israel foi completamente excluído do processo. Um funcionário israelense disse à NBC News que Israel sequer teve acesso ao texto do MOU . Netanyahu insistiu que qualquer acordo final deve incluir a remoção do material enriquecido, o desmonte da infraestrutura de enriquecimento, restrições à produção de mísseis e o fim do apoio do Irã a seus proxies — condições que o MOU atual não atende
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Frustrado com as objeções de Netanyahu, Trump disse ao Wall Street Journal que “ninguém consegue lidar com Netanyahu; ele quer bombardear todo mundo” .
As tensões explodiram quando Netanyahu ordenou um ataque a um reduto do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute no início de junho de 2026, pouco antes de um acordo planejado com o Irã ser assinado . Trump ligou para Netanyahu e gritou: “Que diabos você está fazendo?”
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Trump disse que Netanyahu “precisa ser mais responsável” e classificou o ataque como “excessivo” . Reclamou que a campanha militar israelense estava matando civis demais: “Você não precisa derrubar um prédio de apartamentos toda vez que alguém atira em você”
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No G7 de 16 de junho, Trump sugeriu publicamente que a Síria — sob sua nova liderança — assumisse o combate ao Hezbollah, e não Israel. “Bibi precisa deixar a Síria cuidar do Hezbollah”, disse . Para ele, o conflito no Líbano é “menor” e a Síria seria mais capaz de resolvê-lo
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A proposta foi imediatamente rejeitada por Damasco. Autoridades sírias afirmaram que o país não tem poder militar para enfrentar o Hezbollah .
O racha representa uma reviravolta dramática na parceria que uniu os dois líderes no início da guerra . Os fins desejados por cada um — Trump quer saídas; Netanyahu, vitórias militares decisivas — os colocaram em conflito aberto
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