Sábado, 20 de junho — O tráfego atingiu seus níveis mais altos desde o início da guerra. A Kpler registrou 26 travessias de navios de carga , e a AXSMarine relatou 38 travessias de embarcações comerciais
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Domingo, 21 de junho — Após o anúncio de fechamento do Irã, o tráfego desabou. A Kpler registrou apenas 5 navios atravessando o estreito, uma queda de 81% em relação ao dia anterior . Entre esses cinco, estavam três Very Large Crude Carriers (VLCCs)
. A Windward, uma empresa de inteligência marítima, descreveu a atividade de navegação como tendo sofrido uma "parada" durante o fim de semana
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Segunda-feira, 22 de junho — O tráfego se recuperou acentuadamente. No final da segunda-feira, a Kpler registrou 26 travessias de navios de carga, aproximando-se dos níveis anteriores ao acordo . A AXSMarine relatou 38 travessias de embarcações comerciais
. O Al-Monitor confirmou que, às 15h30 GMT de segunda-feira, o tráfego fluía em um ritmo mais rápido do que antes do acordo entre EUA e Irã
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Quatro navios-tanque de GNL do Qatar — Wadi Al Sail, Mekaines, Al Sadd e Mesaimeer — dirigiram-se ao Estreito de Ormuz na segunda-feira, de acordo com dados de navegação da Kpler, usando uma rota aprovada pelo Irã pela primeira vez desde o início do conflito . A Kpler também relatou que três navios-tanque de GNL ligados à Adnoc (Umm Al Ashtan, Mraweh e Al Hamra) sinalizaram movimento da Ilha Das, nos Emirados Árabes Unidos
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Enquanto o comando militar emitiu a ordem de fechamento, outros funcionários iranianos estavam simultaneamente engajados em negociações diplomáticas na Suíça com representantes dos EUA para refinar o acordo provisório . A linha do tempo da crise observa que o Ministério das Relações Exteriores do Irã disse separadamente que a navegação estava "operando normalmente", mesmo quando a Guarda Revolucionária declarou o estreito fechado
. O anúncio de fechamento foi descrito como uma "reação" que lançou dúvidas sobre o acordo de poucos dias, sugerindo que nem todas as facções do governo iraniano estavam alinhadas
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Os preços do petróleo reagiram fortemente ao impasse. Na sexta-feira, 19 de junho, o petróleo Brent para entrega em agosto fechou a US$ 80,57 . No sábado, 20 de junho, o Brent saltou para cerca de US$ 82 e o WTI para US$ 79 em negociações de futuros perpétuos
. Na abertura de segunda-feira, 22 de junho, o petróleo Brent subiu até 2,2%, atingindo US$ 82,30 por barril, enquanto o WTI subiu acima de US$ 78
. Mas, mais tarde na segunda-feira, depois que o vice-presidente dos EUA, JD Vance, indicou progresso nas negociações com o Irã e confirmou que o estreito permanecia acessível, o Brent caiu US$ 1,19 (1,48%), para US$ 79,38 por barril
. O pico inicial foi revertido à medida que os sinais diplomáticos acalmaram os mercados.
O estreito nunca foi fisicamente fechado pelas forças iranianas de uma forma que parasse todo o tráfego — os dados de rastreamento mostram que os navios continuaram a atravessar. Mas o anúncio do Irã teve um efeito de resfriamento real: o domingo viu uma queda acentuada de 81% nas travessias em relação aos níveis de sábado, à medida que os armadores obedeceram ao aviso, antes que o tráfego se recuperasse na segunda-feira, com os EUA tranquilizando os mercados e o Qatar enviando navios-tanque de GNL. O pico e a reversão do Brent (US$ 82,30 → US$ 79,38) refletem os mercados precificando a lacuna entre a retórica do Irã e a realidade de travessias contínuas, embora voláteis, em meio à diplomacia ativa entre EUA e Irã na Suíça.
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