Taiwan — A estatal CPC Corp. encerrou no dia 20 de junho um congelamento de preços que durava 11 semanas. A empresa anunciou que a gasolina terá redução de NT$ 1,0 por litro e o diesel, de NT$ 0,7 por litro, a partir de 23 de junho, refletindo a menor pressão de alta dos preços internacionais do petróleo . O mecanismo de "dupla suavização de preços" do governo, que manteve os valores congelados durante o conflito, foi desativado com a estabilização do cenário global .
Coreia do Sul — Os preços da gasolina e do diesel caíram pela quinta semana consecutiva na terceira semana de junho. A média nacional da gasolina recuou para 2.009,2 won por litro, uma queda de 0,7 won em relação à semana anterior, pressionada pelo enfraquecimento do petróleo Dubai após o acordo EUA-Irã . O diesel também caiu 0,7 won, para 2.004,1 won por litro . As quedas sucederam quatro semanas anteriores de reduções graduais, impulsionadas pela baixa do petróleo internacional .
Filipinas — Estimativas do setor e do Departamento de Energia (DOE) filipino projetam uma redução de P7,50 a P9,50 por litro no diesel e de P4 a P5 por litro na gasolina na semana que começa em 23 de junho. Uma fonte citou a possibilidade de um corte de P9,50/litro no diesel e de P5/litro na gasolina, com base em quatro dias de negociação de preços globais . O DOE ressaltou que, embora o acordo seja positivo, o repasse integral ao consumidor será gradual .
Fragilidade do acordo provisório e risco Israel-Hezbollah. O acordo assinado em 18 de junho é um marco preliminar, não um tratado de paz definitivo, e o destino do programa nuclear iraniano ficou para negociações futuras . O Estreito de Ormuz está reaberto, mas o cenário de segurança no Oriente Médio continua volátil. O acordo não aborda diretamente a frente Israel-Hezbollah, e qualquer nova escalada por lá pode reintroduzir um prêmio de risco nos preços do petróleo. Analistas observaram que o "prêmio de risco" do petróleo bruto mudou de forma, mas não desapareceu, já que a natureza provisória do acordo mantém o risco de interrupções no abastecimento como uma possibilidade real .
Alívio lento para o consumidor. Apesar da queda acentuada do Brent em direção aos níveis anteriores à guerra (cerca de US$ 70–80 o barril), o Departamento de Energia dos EUA indicou que um alívio significativo nas bombas de gasolina americanas levará de 6 a 12 meses para se materializar . Isso ocorre porque os preços domésticos nos EUA acompanham o petróleo bruto com defasagem, devido às margens de refino, gargalos de distribuição e ao tempo necessário para que o petróleo mais barato percorra toda a cadeia de suprimentos. O DOE filipino também observou que, embora o acordo seja positivo, o repasse aos consumidores será gradual .
Excesso de petróleo no horizonte da Ásia. A reabertura de Ormuz liberou mais de 60 milhões de barris de petróleo que estavam presos no Golfo Pérsico, criando o potencial para um excesso de oferta que pode manter a pressão de baixa sobre os preços do petróleo no curto prazo . No entanto, isso também significa que qualquer ruptura no acordo provisório — seja por uma retomada das hostilidades entre Israel e Hezbollah ou pelo colapso das negociações entre EUA e Irã — pode reverter rapidamente as quedas, fazendo o mercado precificar novamente o risco de oferta para cima.
Taiwan — A estatal CPC Corp. encerrou no dia 20 de junho um congelamento de preços que durava 11 semanas. A empresa anunciou que a gasolina terá redução de NT$ 1,0 por litro e o diesel, de NT$ 0,7 por litro, a partir de 23 de junho, refletindo a menor pressão de alta dos preços internacionais do petróleo . O mecanismo de "dupla suavização de preços" do governo, que manteve os valores congelados durante o conflito, foi desativado com a estabilização do cenário global .
Coreia do Sul — Os preços da gasolina e do diesel caíram pela quinta semana consecutiva na terceira semana de junho. A média nacional da gasolina recuou para 2.009,2 won por litro, uma queda de 0,7 won em relação à semana anterior, pressionada pelo enfraquecimento do petróleo Dubai após o acordo EUA-Irã . O diesel também caiu 0,7 won, para 2.004,1 won por litro . As quedas sucederam quatro semanas anteriores de reduções graduais, impulsionadas pela baixa do petróleo internacional .
Filipinas — Estimativas do setor e do Departamento de Energia (DOE) filipino projetam uma redução de P7,50 a P9,50 por litro no diesel e de P4 a P5 por litro na gasolina na semana que começa em 23 de junho. Uma fonte citou a possibilidade de um corte de P9,50/litro no diesel e de P5/litro na gasolina, com base em quatro dias de negociação de preços globais . O DOE ressaltou que, embora o acordo seja positivo, o repasse integral ao consumidor será gradual .
Fragilidade do acordo provisório e risco Israel-Hezbollah. O acordo assinado em 18 de junho é um marco preliminar, não um tratado de paz definitivo, e o destino do programa nuclear iraniano ficou para negociações futuras . O Estreito de Ormuz está reaberto, mas o cenário de segurança no Oriente Médio continua volátil. O acordo não aborda diretamente a frente Israel-Hezbollah, e qualquer nova escalada por lá pode reintroduzir um prêmio de risco nos preços do petróleo. Analistas observaram que o "prêmio de risco" do petróleo bruto mudou de forma, mas não desapareceu, já que a natureza provisória do acordo mantém o risco de interrupções no abastecimento como uma possibilidade real .
Alívio lento para o consumidor. Apesar da queda acentuada do Brent em direção aos níveis anteriores à guerra (cerca de US$ 70–80 o barril), o Departamento de Energia dos EUA indicou que um alívio significativo nas bombas de gasolina americanas levará de 6 a 12 meses para se materializar . Isso ocorre porque os preços domésticos nos EUA acompanham o petróleo bruto com defasagem, devido às margens de refino, gargalos de distribuição e ao tempo necessário para que o petróleo mais barato percorra toda a cadeia de suprimentos. O DOE filipino também observou que, embora o acordo seja positivo, o repasse aos consumidores será gradual .
Excesso de petróleo no horizonte da Ásia. A reabertura de Ormuz liberou mais de 60 milhões de barris de petróleo que estavam presos no Golfo Pérsico, criando o potencial para um excesso de oferta que pode manter a pressão de baixa sobre os preços do petróleo no curto prazo . No entanto, isso também significa que qualquer ruptura no acordo provisório — seja por uma retomada das hostilidades entre Israel e Hezbollah ou pelo colapso das negociações entre EUA e Irã — pode reverter rapidamente as quedas, fazendo o mercado precificar novamente o risco de oferta para cima.