A escalada mais devastadora documentada ocorreu na noite de 1 para 2 de junho de 2026, quando a Rússia lançou um ataque combinado massivo com 73 mísseis e 656 drones contra a Ucrânia, de acordo com a força aérea ucraniana. O ataque atingiu Kiev e várias outras cidades, incluindo Dnipro, Kharkiv e Zaporizhzhia.
Os números de vítimas variaram conforme as fontes, com as operações de resgate ainda em andamento:
Além disso, em 19 de junho, ataques russos em toda a Ucrânia mataram pelo menos 11 pessoas e feriram outras 63, enquanto drones russos alvejaram navios civis estrangeiros nos portos ucranianos do Mar Negro.
A Ucrânia intensificou seus ataques com drones contra alvos na Rússia e na Crimeia ocupada em meados de junho.
Na noite de 11 para 12 de junho de 2026, drones ucranianos atacaram a Crimeia temporariamente ocupada e várias regiões russas. Os ataques causaram incêndios perto de uma usina termelétrica em Simferopol ocupada, interromperam o fornecimento de energia e também atingiram instalações químicas.
Na noite de 17 para 18 de junho de 2026, a Ucrânia lançou o que vários relatos descreveram como um dos maiores, ou o maior, ataques de drones a Moscou desde o início da guerra. Detalhes principais:
Em 20 de junho, as Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia realizaram um grande ataque noturno contra a infraestrutura de gás na Crimeia, uma ponte sobre o Estreito de Henichesk e instalações logísticas e de combustível militares nos territórios temporariamente ocupados. Forças ucranianas atingiram quatro compressores de gás na Crimeia ocupada e uma refinaria de petróleo na cidade siberiana de Tyumen.
Após o ataque massivo de drones a Moscou, a Rússia prometeu realizar ataques regulares e "massivos" contra a Ucrânia. Um funcionário russo afirmou que os ataques visariam "centros de tomada de decisão" na Ucrânia em retaliação.
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