Em 12 de maio de 2026, o Governo do Condado de Csongrád-Csanád apresentou uma queixa-criminal contra a BYD Auto Hungary Kft. por descumprimento das condições de sua licença ambiental . A imprensa local informa que cerca de 31 mil metros cúbicos de solo superficial não testado, contaminado com alquilbenzenos acima do limite permitido, foram transportados para dez propriedades nos arredores de Szeged . Como resultado, as autoridades ordered the destruição das plantações cultivadas naquelas terras . Uma multa ambiental separada já havia sido aplicada pelas autoridades em meados de 2025 . A ministra do Desenvolvimento Rural da Hungria, Dra. Viktória Lőrincz, classificou os achados como "irregularidades graves" e determinou uma investigação rigorosa do caso .
A vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, rejeitou veementemente as acusações ambientais. Em uma conferência internacional em Belgrado, ela afirmou: "Esta é uma alegação imprecisa — já contratamos advogados para tratar do assunto, pois agimos corretamente" . Li insistiu que a BYD cumpriu todas as regulamentações ambientais na fábrica de Szeged e que está cooperando plenamente com as autoridades húngaras .
A investigação ambiental não é o único problema. A fábrica também enfrenta controvérsias trabalhistas graves e bem documentadas.
Denúncia da China Labor Watch (março de 2026): A ONG, sediada em Nova York, entrevistou 50 trabalhadores migrantes chineses no canteiro de obras de Szeged. O relatório documentou jornadas de 7 dias por semana, turnos de 14 horas, confisco de passaportes, servidão por dívida e múltiplos indicadores de trabalho forçado . As conclusões foram levadas ao Parlamento Europeu — a primeira vez que uma empresa chinesa foi alvo de debate na casa sobre acusações de abuso trabalhista .
Resposta oficial do governo húngaro: As autoridades húngaras confirmaram violações à legislação trabalhista envolvendo três empresas que participavam da construção da fábrica da BYD. Até 9 de junho de 2026, 18 inspeções trabalhistas e 9 investigações de segurança ocupacional haviam sido iniciadas, e medidas punitivas foram aplicadas contra AIM Construction Hungary Kft., Plusz Kéz Kft. e LÉVAI-SECURITY Kft. .
Paralelo com o Brasil: Não é um caso isolado. Em janeiro de 2026, a BYD fez um acordo em um caso de trabalho análogo à escravidão no Brasil, concordando em pagar aproximadamente 40 milhões de reais (cerca de US$ 8 milhões) .
Apesar dos contratempos, a BYD segue em frente com suas ambições de produção na Europa, mas as controvérsias contribuíram para atrasos significativos.
Cronograma de montagem: A produção experimental finalmente começou em Szeged em fevereiro de 2026 . A montagem completa dos veículos está confirmada para começar no 4º trimestre de 2026 . Isso representa um atraso de cerca de um ano em relação ao cronograma original, que previa o início no final de 2025 . A produção inicial operará abaixo da capacidade total pelos primeiros dois anos .
Investimento: A fábrica de Szeged é um projeto de vários bilhões de euros, com relatos de investimentos superiores a €3 bilhões na unidade principal e mais €700 milhões em um centro de P&D em Budapeste .
Busca por um segundo local de produção: Stella Li disse à Reuters em junho de 2026 que a BYD está procurando assumir uma fábrica existente no sul da Europa para sua segunda planta de montagem, com a Espanha na lista de candidatos . Como resultado, a BYD colocou em espera o plano de construir uma fábrica de US$ 1 bilhão na Turquia para priorizar a aceleração da produção na Hungria . A empresa também planeja estabelecer para apoiar sua crescente produção de veículos na região .
Em 12 de maio de 2026, o Governo do Condado de Csongrád-Csanád apresentou uma queixa-criminal contra a BYD Auto Hungary Kft. por descumprimento das condições de sua licença ambiental . A imprensa local informa que cerca de 31 mil metros cúbicos de solo superficial não testado, contaminado com alquilbenzenos acima do limite permitido, foram transportados para dez propriedades nos arredores de Szeged . Como resultado, as autoridades ordered the destruição das plantações cultivadas naquelas terras . Uma multa ambiental separada já havia sido aplicada pelas autoridades em meados de 2025 . A ministra do Desenvolvimento Rural da Hungria, Dra. Viktória Lőrincz, classificou os achados como "irregularidades graves" e determinou uma investigação rigorosa do caso .
A vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, rejeitou veementemente as acusações ambientais. Em uma conferência internacional em Belgrado, ela afirmou: "Esta é uma alegação imprecisa — já contratamos advogados para tratar do assunto, pois agimos corretamente" . Li insistiu que a BYD cumpriu todas as regulamentações ambientais na fábrica de Szeged e que está cooperando plenamente com as autoridades húngaras .
A investigação ambiental não é o único problema. A fábrica também enfrenta controvérsias trabalhistas graves e bem documentadas.
Denúncia da China Labor Watch (março de 2026): A ONG, sediada em Nova York, entrevistou 50 trabalhadores migrantes chineses no canteiro de obras de Szeged. O relatório documentou jornadas de 7 dias por semana, turnos de 14 horas, confisco de passaportes, servidão por dívida e múltiplos indicadores de trabalho forçado . As conclusões foram levadas ao Parlamento Europeu — a primeira vez que uma empresa chinesa foi alvo de debate na casa sobre acusações de abuso trabalhista .
Resposta oficial do governo húngaro: As autoridades húngaras confirmaram violações à legislação trabalhista envolvendo três empresas que participavam da construção da fábrica da BYD. Até 9 de junho de 2026, 18 inspeções trabalhistas e 9 investigações de segurança ocupacional haviam sido iniciadas, e medidas punitivas foram aplicadas contra AIM Construction Hungary Kft., Plusz Kéz Kft. e LÉVAI-SECURITY Kft. .
Paralelo com o Brasil: Não é um caso isolado. Em janeiro de 2026, a BYD fez um acordo em um caso de trabalho análogo à escravidão no Brasil, concordando em pagar aproximadamente 40 milhões de reais (cerca de US$ 8 milhões) .
Apesar dos contratempos, a BYD segue em frente com suas ambições de produção na Europa, mas as controvérsias contribuíram para atrasos significativos.
Cronograma de montagem: A produção experimental finalmente começou em Szeged em fevereiro de 2026 . A montagem completa dos veículos está confirmada para começar no 4º trimestre de 2026 . Isso representa um atraso de cerca de um ano em relação ao cronograma original, que previa o início no final de 2025 . A produção inicial operará abaixo da capacidade total pelos primeiros dois anos .
Investimento: A fábrica de Szeged é um projeto de vários bilhões de euros, com relatos de investimentos superiores a €3 bilhões na unidade principal e mais €700 milhões em um centro de P&D em Budapeste .
Busca por um segundo local de produção: Stella Li disse à Reuters em junho de 2026 que a BYD está procurando assumir uma fábrica existente no sul da Europa para sua segunda planta de montagem, com a Espanha na lista de candidatos . Como resultado, a BYD colocou em espera o plano de construir uma fábrica de US$ 1 bilhão na Turquia para priorizar a aceleração da produção na Hungria . A empresa também planeja estabelecer para apoiar sua crescente produção de veículos na região .