Na mesma reunião ministerial de 18 de junho de 2026, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pediu uma reinicialização da aliança, apelidada de 'OTAN 3.0' — um retorno a uma "aliança militar real e linha-dura", nos moldes da OTAN 1.0 que venceu a Guerra Fria, com os aliados europeus assumindo a liderança na defesa convencional . Hegseth anunciou uma revisão de seis meses das forças americanas na Europa, cujo resultado dependeria da rapidez com que os europeus assumissem a responsabilidade pela própria defesa
. Ele alertou que alguns aliados "fracassariam" na avaliação e que as contribuições financeiras dos EUA para a OTAN poderiam ficar condicionadas ao cumprimento das metas de gastos com defesa pelos aliados
. Os EUA também sinalizaram que não forneceriam automaticamente certos recursos convencionais em caso de crise, reforçando o discurso de autossuficiência europeia
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Apesar da revisão das forças convencionais, os EUA se comprometeram a manter armas nucleares na Europa como parte da arquitetura de dissuasão estendida da OTAN . Paralelamente, o governo Trump propôs um orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão para o ano fiscal de 2027 — um aumento de 50% em relação aos US$ 1 trilhão de 2026 — que Hegseth classificou como "uma mensagem para o mundo" sobre a restauração da força militar americana
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O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, anunciou em 17 e 18 de junho de 2026 que os aliados europeus e o Canadá aumentaram seus investimentos centrais em defesa em mais de US$ 90 bilhões em 2025 em comparação com 2024, um crescimento de quase 20% . Foi o segundo ano consecutivo de aumentos de aproximadamente 20%, elevando o total de gastos adicionais europeus e canadenses com defesa para US$ 574 bilhões acima dos níveis de 2024
. Rutte disse que a Europa está construindo "uma Europa mais forte dentro de uma OTAN mais forte" e pediu um "salto quântico" em direção à nova meta de 5% do PIB em gastos com defesa
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