Liderada por Reino Unido e França, a proposta de uma força-tarefa para desminar e escoltar navios mercantes no Estreito de Ormuz é o principal instrumento para transformar o acordo em realidade . O plano está operacionalmente pronto — planejadores militares de mais de 15 países já desenharam os roteiros —, e França, Alemanha, Reino Unido e Itália endossam publicamente a iniciativa
.
Apesar do otimismo cauteloso, várias questões vitais continuam sem resposta enquanto os líderes iniciam as discussões:
Enquanto Macron fala em “apoiar o Líbano, reabrir Ormuz de forma duradoura e concluir um acerto sobre atividades nucleares e balísticas do Irã”, a verdade é que a cúpula começa com mais perguntas do que certezas . O tabuleiro diplomático segue tenso, e o mundo observa se o anúncio de paz vai além de um roteiro preliminar ou se tropeçará já na primeira curva.
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