Desempenho do teste:
Condições agora detectáveis:
Entre as doenças que o NIFS consegue identificar e que os testes não invasivos atuais não alcançam estão: síndrome de Noonan, síndrome CHARGE, síndrome de Stickler, acondroplasia e dezenas de outras doenças genéticas raras . São quadros em que o diagnóstico precoce pode mudar completamente o acompanhamento da gestação, o planejamento do parto ou os cuidados com o recém-nascido.
O pesquisador destacou que o teste cobre a maioria das condições incluídas em grandes painéis de anomalias fetais, como o painel com mais de 2.500 genes do Genomics England .
Precisão já no início da gestação:
O exame mantém alta acurácia já a partir da 10ª semana de gravidez e funciona mesmo quando a fração de DNA fetal no sangue materno é de apenas 3% .
Por ser feito com uma coleta de sangue comum, o NIFS elimina o risco de aborto espontâneo associado a procedimentos invasivos. Estima-se que a amniocentese e a biópsia de vilo corial (BVC) apresentem risco de perda gestacional entre 0,5% e 1%, a depender da experiência do médico .
Além da segurança, a técnica tem potencial para reduzir significativamente os custos em saúde materno-fetal. Um documento do projeto junto ao NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA) afirma que evitar os procedimentos invasivos pode gerar economia expressiva para o sistema de saúde .
Apesar dos resultados sólidos, o NIFS ainda não está pronto para uso clínico de rotina . O Dr. Whelan não estabeleceu um prazo para que o teste chegue aos consultórios e hospitais
.
Os próximos passos previstos incluem: