A redação do contrato menciona duas salvaguardas:
No entanto, essas restrições são apenas recomendações, não têm força vinculante — o Google pode "recomendar" que certos usos não aconteçam, mas não possui nenhum direito contratual de vetar as decisões operacionais do governo . Críticos apontam que isso transforma as "salvaguardas" em meras sugestões, sem qualquer poder real de freio
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Em 4 de fevereiro de 2025, o Google removeu discretamente o compromisso central de seus "AI Principles" (Princípios de IA) que proibia desenvolver inteligência artificial para armas ou vigilância . Os princípios haviam sido adotados em 2018 como resposta direta à revolta de milhares de funcionários contra o Projeto Maven — um contrato com o Pentágono para usar IA na análise de vídeos de drones. Na época, a pressão interna obrigou a direção a abandonar a parceria
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Ao rasgar aqueles compromissos, o Google abriu caminho jurídico e ético para o acordo de abril de 2026 .
O episódio marca o fim definitivo da era "Don't Be Evil" (Não Seja Malvado) no que diz respeito à ética em IA — com um diretor, centenas de funcionários e vários pedidos de demissão incapazes de deter a guinada militar da empresa.