Algumas localidades preocupam mais do que outras. O mapa de risco da Copa de 2026 tem pontos bem definidos:
A FIFPRO estabelece diretrizes claras baseadas no WBGT para decidir quando uma partida se torna arriscada :
Para além das regras atuais, a FIFPRO já estuda medidas mais drásticas, como aumentar o intervalo para 20 minutos e introduzir pausas para resfriamento ainda mais frequentes, como forma de proteger a saúde dos jogadores .
A FIFA tem adotado algumas contramedidas, mas elas são alvo de críticas contundentes da comunidade científica, que as considera "insuficientes" :
Apesar dessas ações, a pressão sobre a entidade máxima do futebol só aumenta. Mais de 20 cientistas de instituições renomadas assinaram uma carta aberta à FIFA classificando as atuais medidas de segurança como "insuficientes" e alertando que elas podem colocar em risco a saúde dos atletas . O pedido é por protocolos mais robustos, com limites de cancelamento mais baixos e pausas mais longas.
A edição de 2026 não é apenas um evento isolado; ela acende um alerta para o futuro do futebol. Especialistas já classificaram este torneio como a "última chance da América do Norte de sediar uma Copa sem ajustes climáticos imediatos" . Cresce a especulação de que, no futuro, as Copas do Mundo precisarão migrar permanentemente para meses mais frios, transformando 2026 em um possível canto do cisne das Copas de verão
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Enquanto isso, para os milhões de torcedores que planejam acompanhar os jogos de perto, o recado é claro: preparem o protetor solar, muita água e fiquem atentos aos sintomas do corpo. Para os craques em campo, o desafio será duplo: vencer o adversário e o termômetro.