A justificativa apresentada pelos Houthis para as detenções é uma suposta rede de espionagem. O grupo tem acusado consistentemente os funcionários da ONU e de ONGs detidos de espionar para Israel, Estados Unidos e aliados ocidentais .
Em 23 de janeiro de 2025, um funcionário iemenita do Programa Mundial de Alimentos (PMA), identificado como "Ahmed", foi detido arbitrariamente pelas autoridades Houthi . Menos de três semanas depois, em 10 de fevereiro de 2025, ele morreu na prisão
.
A comoção internacional foi imediata:
As detenções tiveram um efeito paralisante sobre a assistência vital em um país mergulhado em uma das piores crises humanitárias do mundo.
A pressão diplomática sobre os Houthis é crescente, com exigências categóricas pela libertação de todos os funcionários detidos.