Em 8 de junho, tanto o Irã quanto Israel declararam separadamente que "interromperiam os ataques um contra o outro" após um apelo direto do presidente Trump .
Conversas nucleares com o Irã. Em uma entrevista com a Al Jazeera em março de 2026, Rubio reconheceu que "há mensagens e algumas conversas diretas entre pessoas dentro do Irã e os Estados Unidos, principalmente por meio de intermediários", ao mesmo tempo que reiterou que "o regime iraniano jamais poderá ter armas nucleares" . No final de maio de 2026, Rubio afirmou que uma proposta "bastante sólida" para encerrar a guerra como um todo estava sobre a mesa, com forte apoio dos países do Golfo e globalmente
.
Conversas de paz entre Israel e Líbano. Em 14 de abril de 2026, Rubio mediou uma rara reunião de trabalho entre o embaixador israelense Yechiel Leiter e a embaixadora libanesa Nada Hamadeh no Departamento de Estado — o primeiro engajamento diplomático direto significativo entre os dois países em anos, visando reduzir a influência iraniana ao longo de sua fronteira comum .
Apelos de Trump por ataques cirúrgicos ao Hezbollah. Em paralelo, o presidente Trump reconheceu publicamente uma ligação telefônica conflituosa com o primeiro-ministro Netanyahu sobre as operações israelenses no Líbano. Rubio defendeu amplamente o direito de Israel de agir em legítima defesa, mesmo quando Trump pressionava por ataques mais direcionados, ou "cirúrgicos", contra o Hezbollah, em vez de operações mais amplas que arriscassem desencadear uma retaliação iraniana .
Uma incerteza importante. A Politico relatou no final de maio de 2026 que, entre os funcionários do governo Trump mais associados à guerra do Irã — Steve Witkoff, Jared Kushner e o vice-presidente JD Vance — Rubio havia "aparentemente desempenhado um papel relativamente pequeno" durante grande parte do conflito . Sua influência mais decisiva parece ter se concentrado nas semanas finais, particularmente na fase de gerenciamento de crise de junho de 2026.