A posição oficial da China rejeita abertamente qualquer narrativa de competição ou domínio na área de inteligência artificial. Em 5 de junho de 2026, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, declarou que "a IA não deve ser propriedade de grandes países, muito menos dominada por disputas e rivalidades", defendendo a "abertura e a inclusão" . É uma resposta direta à retórica americana de "vencer a corrida".
Pequim estrutura sua ofensiva diplomática e tecnológica em três pilares institucionais:
A China apresenta seus números — o maior portfólio de patentes de IA do mundo, mais de 6.200 empresas de IA e uma indústria central de 1,2 trilhão de yuans — como prova de sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento global, não como uma ameaça .
A ex-secretária de Estado Condoleezza Rice é uma das vozes mais proeminentes a defender que os EUA vençam a disputa tecnológica de forma decisiva:
Ao longo de 2025 e 2026, os EUA mantiveram e intensificaram os controles de exportação de chips avançados de IA e equipamentos de semicondutores para a China. Pequim se opõe consistentemente, classificando as medidas como "tentativas de aumentar a militarização e bloquear o desenvolvimento" .
O Ministério das Relações Exteriores da China declarou repetidamente que o país está aberto à cooperação com os EUA e que a IA foi tema de discussão nas recentes cúpulas entre os líderes das duas nações. No entanto, até o momento, não há evidências públicas de um acordo formal bilateral de governança de IA .
Vale notar: nesta rodada de análises, não foram encontradas evidências suficientes para confirmar se há projetos conjuntos ativos entre China e EUA no desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs) ou robótica no período de 2025–2026. A questão permanece em aberto.
Studio Global AI
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China rejeita explicitamente a rivalidade: porta voz Mao Ning afirmou que a IA 'não deve ser dominada por disputas e rivalidades entre grandes países'.
China rejeita explicitamente a rivalidade: porta voz Mao Ning afirmou que a IA 'não deve ser dominada por disputas e rivalidades entre grandes países'. O pilar da estratégia chinesa é o Plano de Ação para Governança Global de IA (2025), que propõe a criação de uma Organização Mundial de Cooperação em IA (WAICO).
Os EUA, sob a ótica de Condoleezza Rice, tratam a disputa como uma 'corrida de dois cavalos' que uma democracia precisa vencer, com regulação mínima.
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