O impacto no mercado de derivados foi de extrema volatilidade, pois a oferta restrita de Ormuz se somou ao desaparecimento dos produtos refinados russos.
Do ponto de vista financeiro, o choque gerou ganhos e perdas simultâneos para Moscou.
Conclusão: As duas crises combinadas geraram um saldo positivo para a receita bruta de Moscou com petróleo (os preços mais altos mais do que compensam a queda nos volumes), mas representaram um golpe severo e duradouro na indústria de refino russa, custando mais de US$ 13 bilhões ao setor só em 2025, forçando proibições de exportação de combustíveis e reduzindo permanentemente a capacidade do país de agregar valor ao seu próprio óleo. A Agência Internacional de Energia (AIE) projeta que o processamento nas refinarias russas seguirá deprimido até, pelo menos, meados de 2026 .