Relatórios de maio de 2026 dizem que a NEAR trabalha para adicionar assinaturas pós quânticas FIPS 204/ML DSA, com testes previstos antes do fim do 2º trimestre de 2026. O diferencial técnico é o modelo de contas: na NEAR, a identidade da conta é separada das chaves de acesso, que podem ser adicionadas ou substituídas.

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: NEAR Protocol’s Quantum-Safe Plan Could Be Easier Than Bitcoin or Ethereum’s. Article summary: NEAR is reportedly preparing a Q2 2026 post quantum signature rollout based on NIST FIPS 204/ML DSA; the advantage is that NEAR accounts can rotate access keys without changing account identity, though rollout details.... Topic tags: near protocol, blockchain, quantum computing, post quantum cryptography, crypto security. Reference image context from search candidates: Reference image 1: visual subject "# NEAR Plans Post-Quantum-Safe Signing for Q2 2026 Testnet. NEAR's human-readable account model and rotatable access keys give it a structural advantage for quantum migration — use" source context "NEAR Plans Post Quantum Safe Signing for Q2 2026 Testnet" Reference image 2: visual subject "Project Eleven CEO Warns Bitcoin Qu
A conversa sobre segurança pós-quântica na NEAR não se resume a “colocar um algoritmo novo” na blockchain. O ponto mais importante é operacional: com que facilidade um usuário consegue trocar as chaves que controlam sua conta. A documentação oficial da NEAR descreve contas como endereços únicos controlados por Access Keys — chaves de acesso —, enquanto vários relatórios afirmam que a NEAR One trabalha em suporte a assinaturas pós-quânticas FIPS 204 / ML-DSA.
Em termos simples: se o plano funcionar como descrito, a migração da NEAR pode se parecer mais com trocar a fechadura de uma porta do que com mudar todos os bens para uma casa nova.
Relatórios publicados em maio de 2026 afirmam que a NEAR está adicionando suporte a criptografia pós-quântica, com a NEAR One integrando um esquema de assinatura baseado em reticulados sob o padrão FIPS 204 como a primeira opção de assinatura pós-quântica da rede. Um desses relatos diz que o roteiro prevê a implantação do FIPS 204 em uma rede de testes, ou testnet, antes do fim do 2º trimestre de 2026.
O FIPS 204 é o padrão de assinatura digital baseado em reticulados modulares do NIST, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos, e foi finalizado em 13 de agosto de 2024. O ML-DSA, algoritmo de assinatura definido pelo FIPS 204, é descrito no processo de RFC como um esquema de assinatura digital pós-quântico pensado para continuar seguro contra um adversário com um computador quântico criptograficamente relevante.
A promessa prática nos relatos sobre a NEAR é a rotação de chaves no nível da conta: quando o suporte estiver ativo, um titular de conta NEAR poderia migrar para uma chave resistente a ataques quânticos com uma única transação. Essa formulação importa porque trata a migração pós-quântica como uma alteração de permissões da conta, não como o abandono da identidade já existente.
A NEAR separa a identidade da conta das chaves que controlam essa conta. Segundo a documentação, usuários participam do ecossistema por meio de contas NEAR, identificadas por um endereço único, que podem opcionalmente conter um contrato inteligente e são controladas por Access Keys.
Essas chaves têm permissões. A documentação da NEAR descreve dois tipos principais: full-access keys, que podem controlar toda a conta, e function-call keys, que podem ser limitadas a contratos específicos. A especificação do protocolo também afirma que cada chave de acesso pertence a uma conta, é identificada por uma chave pública e que uma conta pode ter de zero a múltiplas chaves de acesso.
Na prática, isso significa que a chave criptográfica não é necessariamente a identidade permanente da conta. Se o suporte a FIPS 204 / ML-DSA funcionar como os relatos descrevem, um usuário poderia adicionar ou trocar para uma chave de acesso pós-quântica mantendo o mesmo endereço de conta NEAR, junto com os ativos ou contratos associados a ele.
A ameaça quântica não significa que as grandes blockchains estejam comprometidas hoje. O próprio roteiro da Ethereum afirma que nenhum computador quântico consegue quebrar a criptografia da Ethereum atualmente, embora alerte que alguns métodos criptográficos usados para proteger a rede e os fundos dos usuários acabarão ficando vulneráveis a computadores quânticos.
O problema mais difícil é a transição. Um artigo de 2026 sobre assinaturas híbridas pós-quânticas para Bitcoin e Ethereum descreve a mudança para criptografia pós-quântica como um “desafio sem precedentes”, porque ela pode impor custos imediatos sem entregar um benefício visível de curto prazo ao usuário. O mesmo estudo enquadra a questão como uma integração em nível de protocolo para sistemas construídos sobre a infraestrutura atual de assinaturas baseada em secp256k1.
Outros resumos de pesquisa em criptografia apontam uma dificuldade parecida para blockchains baseadas em ECDSA, como Bitcoin e Ethereum: a exposição de chaves públicas on-chain e a ausência de garantias pós-quânticas criam pressão por migração, mas algumas propostas de solução podem ser trabalhosas ou exigir mudanças de endereço.
Esse é o contraste central com a NEAR. Nos fluxos comuns de Bitcoin e Ethereum, carteiras, assinaturas e validação de transações estão mais profundamente vinculadas à infraestrutura atual de criptografia de curva elíptica. Na NEAR, o modelo de contas oferece um ponto mais direto para inserir novo suporte de assinatura: as chaves de acesso anexadas a uma conta existente.
A NEAR não deve ser tratada como “quantum-proof” apenas porque há relatos de suporte pós-quântico. As evidências primárias mais fortes sustentam dois blocos: o NIST finalizou o FIPS 204, e a documentação oficial da NEAR já descreve contas controladas por uma ou mais chaves de acesso.
As afirmações mais específicas sobre o lançamento — FIPS 204 como primeira opção de assinatura pós-quântica da NEAR, rotação de chave em uma única transação, colaboração com carteiras e cronograma de testnet no 2º trimestre de 2026 — aparecem no material fornecido principalmente em relatos secundários que citam anúncios da NEAR ou da NEAR One.
Mesmo que a atualização seja entregue como descrita, a proteção no mundo real ainda dependerá da qualidade da implementação, do suporte das carteiras, da adoção pelos usuários e da remoção ou aposentadoria de chaves antigas vulneráveis quando isso for necessário.
A vantagem da NEAR não é apenas poder adicionar assinaturas FIPS 204 / ML-DSA. É o fato de as contas NEAR serem controladas por chaves de acesso substituíveis, em vez de serem definidas exclusivamente por uma única chave de assinatura permanente.
Se o lançamento relatado ocorrer como descrito, usuários da NEAR poderiam migrar para chaves resistentes a ataques quânticos com menos atrito do que ecossistemas que precisam coordenar novos esquemas de assinatura, comportamento de carteiras, validação de transações e migração de fundos em uma base muito maior de contas existentes. O plano ainda precisa passar pela implementação em produção e por amplo suporte de carteiras, mas a arquitetura de contas da NEAR dá à rede um caminho de migração potencialmente mais limpo do que o de muitos desenhos de blockchain mais antigos.
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Relatórios de maio de 2026 dizem que a NEAR trabalha para adicionar assinaturas pós quânticas FIPS 204/ML DSA, com testes previstos antes do fim do 2º trimestre de 2026.
Relatórios de maio de 2026 dizem que a NEAR trabalha para adicionar assinaturas pós quânticas FIPS 204/ML DSA, com testes previstos antes do fim do 2º trimestre de 2026. O diferencial técnico é o modelo de contas: na NEAR, a identidade da conta é separada das chaves de acesso, que podem ser adicionadas ou substituídas.
Bitcoin e Ethereum não estão “quebrados” por computadores quânticos hoje, mas a transição tende a ser mais difícil porque seus fluxos atuais dependem fortemente da criptografia de curva elíptica.