Os futuros das ações nos Estados Unidos recuaram no início da segunda-feira, 28 de setembro de 2026, enquanto o petróleo avançava. O motivo imediato foi a volta das dúvidas sobre uma trégua entre Washington e Teerã. O movimento veio depois de uma semana positiva para Wall Street, mas os rendimentos elevados dos títulos do Tesouro americano e o risco de novas pressões inflacionárias mantinham os investidores cautelosos.
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Como os mercados começaram o dia
Os futuros do Dow Jones caíram cerca de 180 pontos, ou 0,4%. Os contratos do S&P 500 recuaram 0,4%, e os do Nasdaq-100, 0,7%. No mercado de petróleo, o Brent subiu 1,6%, para cerca de US$ 106 o barril, e o petróleo dos EUA avançou 1,1%, para US$ 93,47.
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As bolsas asiáticas tiveram um início cauteloso, segundo um relato publicado na manhã de segunda-feira. As informações disponíveis não permitem estabelecer uma direção inicial comparável para as ações europeias nem para a prata. Também houve diferenças nos registros do ouro: um boletim de 28 de setembro apontou o metal à vista a US$ 4.286 por onça, em alta de 0,49%; outro informou queda de 2,06% às 10h, no horário padrão do Paquistão. Como os dados são de horários diferentes, não representam uma única cotação de abertura.
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Semana positiva em Wall Street, apesar dos juros
O Dow Jones subiu 0,3% na semana anterior e interrompeu uma sequência de três semanas de perdas. Na sexta-feira, o índice avançou 0,91%; o S&P 500 ganhou 0,49%, e o Nasdaq Composite, 0,47%.
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O saldo positivo veio apesar da forte alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro: o rendimento do papel de dez anos chegou ao nível mais alto desde 2007, segundo uma análise semanal do mercado. No meio da semana, a venda de títulos pressionou as ações de tecnologia, e o Nasdaq caiu 1,1%. As informações disponíveis não trazem retornos semanais confiáveis para cada uma das principais empresas de tecnologia, então uma comparação individual entre ações não seria adequada.
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Por que a disputa entre EUA e Irã afetou os mercados
No fim de semana, o presidente Donald Trump rejeitou uma proposta iraniana relacionada à reabertura do Estreito de Ormuz. A incerteza renovada sobre uma trégua coincidiu com a alta do petróleo — um movimento que pode alimentar preocupações com a inflação.
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Essa combinação importa tanto para os custos de energia quanto para os juros. Os investidores já lidavam com rendimentos elevados dos Treasuries e com a possibilidade de novos aumentos nas taxas do Federal Reserve, o banco central dos EUA. Juros mais altos encarecem o crédito e podem pesar sobre as ações. Empresas de tecnologia tendem a ser particularmente sensíveis quando o mercado reavalia o valor de lucros esperados para o futuro.
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Os indicadores dos EUA no radar
A agenda da semana incluía o índice de preços PCE, previsto para 30 de setembro; o índice de atividade industrial do ISM, em 1º de outubro; e o relatório de emprego de setembro, em 2 de outubro. Os dados poderiam dar novas pistas sobre inflação e atividade econômica — e influenciar as expectativas para as próximas decisões do Fed.
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